Pessoal!
O Constellation ficou pronto, para ver o video e a notícia completa, clique na imagem abaixo.

Abraço a todos
Filipe Sampaio
Pessoal,
Como já informado, o VW estava com problemas no brilho da pintura, porém consegui corrigir. para ver o vídeo de teste do caminhão, clique no link abaixo.
http://avrace.wordpress.com/2012/05/09/mod-super-trucks-em-desenvolvimento-volkswagen/
Abraço a todos
Filipe Sampaio

Setor em suspense
O presidente da MAN Latin America, Roberto Cortes, avalia como complexas as perspectivas para os segmentos de caminhões e ônibus para os próximos meses, o que inclui o ano que vem. O representante da fabricante, porém, tem claro na cabeça as diversas incógnitas que pairam sobre o mercado de veículos comerciais pesados, bem como para o setor automotivo.
Cortes aponta como uma das primeiras variáveis a preocupar o setor a indefinição do comportamento das economias externas, principalmente no que diz respeito aos Estados Unidos e à Europa. Segundo o dirigente, o cenário internacional se mantém como um exercício de imaginação. “Ainda não é possível identificar os desdobramentos da crise e qual serão os reflexos disso no Brasil.”
Depois, o presidente MAN Latin America, também em função do que poderá ocorrer lá fora, questiona a rota pela qual se conduzirá a economia doméstica: se pela via do controle ou por ações desenvolvimentistas. “Não dá para afirmar se o governo manterá uma política interna como a que estamos presenciando até agora, baseada em benefícios e em incentivos, embora seja animador pensar nos impulsos que teremos com os futuros eventos esportivos e os investimentos do PAC na infraestrutura, aliás, deficiência brasileira que merece solução urgente.”
A provável – e esperada – antecipação de compra de caminhões antes da entrada em vigor das novas leis ambientais do Proconve P7, em janeiro, e como o mercado irá reagir aos aumentos de preço dos novos produtos são duas outras apreensões manifestadas pelo presidente da MAN Latin America.
“Gostaria de saber o tamanho desta antecipação de compra. O mercado ainda não se definiu totalmente por esta decisão. Depois, tenho um problema: sou contra fazer estoque quando não se tem para quem vender. Além disso, também quero entender de que maneira o transportador aceitará repasses de 10% a 20% no preço final do caminhão.”
Ainda que o horizonte se encontre nebuloso, Cortes estima mercado em torno de 170 mil caminhões para 2011, o que resultaria em uma alta de quase 9% sobre o ano passado, e uma expansão de pelo menos dois dígitos em 2012. “Ano que vem deveremos ver um crescimento por volta de 10% no mercado, na produção e também com as exportações muito próximas disso.”
Ônibus. Cortes atribui as mesmas dúvidas que permeiam o mercado de caminhões na análise para o segmento de ônibus. Revela, no entanto, entusiasmo em relação o Caminho da Escola, programa do governo com objetivo de renovar frota de veículos escolares, o que contribuirá para encerrar 2011 com 30 mil ônibus negociados, aumento próximo de 7% na comparação com 2010. O representante da fabricante ainda aposta no mesmo índice de 10% de crescimento no ano que vem.
“Na verdade são estimativas prematuras, porque acredito que ninguém ainda dimensionou o real impacto proporcionado pela redução dos juros, pela ascensão social e até mesmo pela Copa do Mundo na economia brasileira.”
Embora ainda fazendo contas dos prováveis efeitos do que pode acontecer no mundo e consequentemente no País, o presidente da MAN Latin America dá fim nos próximos meses ao ciclo de investimento de R$ 1 bilhão alocado na fábrica de Resende, RJ, para aumento de capacidade, novos produtos, tecnologia e pesquisa. Entretanto adiantou que espera para, em breve, anunciar mais uma bolada, destinada ao acompanhamento do crescimento dos próximos cinco anos, de 2012 a 2016.
A companhia também, em recente decisão, anunciou investimento de US$ 15 milhões na ampliação de suas operações no México. A empresa produzirá por lá, em regime de SKD, os caminhões Volkswagen Constellation e maior leque de opções dos chassis Volksbus para o aquele mercado.
Boa dose de otimismo de Roberto Cortes também se deve aos novos produtos que estão para chegar com a entrada em vigor do Proconve P7, em janeiro. No seu horizonte curto está a introdução dos extrapesados com a marca MAN, modelos inéditos no mercado nacional, e a decisão da empresa em oferecer tanto a tecnologia EGR, de recirculação de gases, quanto SCR, de redução catalítica, em sua linha de veículos. “Estou realmente surpreendido com o desempenho dos motores que preparamos. E cabe dizer que o EGR, principalmente para os ônibus médios e pesados, será um diferencial de mercado, pois nenhuma outra concorrente nossa optou por oferecer essa tecnologia.”
Fonte: Autodata

Por: Vinícius Romero revista Autodata
A fábrica da MAN Latin America em Resende, RJ, chegou à produção de seu veículo número 500 mil no início do mês de agosto, ainda antes de completar o décimo-quinto ano de operação. Sozinho, o revolucionário Consórcio Modular, processo produtivo criado para a unidade fluminense, respondeu por 78% de toda a produção da empresa e fez da marca Volkswagen a líder do mercado interno de caminhões nos últimos nove anos.
Em números: enquanto nos primeiros quinze anos a então Volkswagen Caminhões e Ônibus fabricou 140 mil caminhões e ônibus em São Bernardo do Campo, SP, e na antiga unidade do Ipiranga, em São Paulo, a unidade de Resende fez quase quatro vezes mais em período inferior. Resende, é verdade, montou alguns veículos antes disso, mas em linha experimental em galpão alugado no Polo Industrial de Resende.
Se a fábrica fluminense fechou 1997 com pouco mais de 8,7 mil caminhões e ônibus produzidos em um turno de trabalho, hoje suas linhas rodam em três turnos com o auxílio de cerca de 7 mil trabalhadores. Nessa toada cravou 68 mil unidades no ano passado, recorde histórico, e neste ano, até julho, já produziu 46 mil.
Esse ritmo em nada lembra os primeiros anos de Resende, quando somados os cinco primeiros, por exemplo, fabricou 75 mil, pouco mais do que alcançou só no ano passado. E a participação média da então Volkswagen Caminhões e Ônibus, que antes da inauguração de Resende era de 10% a 12% no segmento de caminhões, hoje gira em torno de 30%.
“Graças à flexibilidade e à inovação de Resende nos tornamos os maiores fabricantes e exportadores de caminhões do País. E, sem dúvida, o empenho de todos os envolvidos no negócio – nossos colaboradores, parceiros e revendedores – foi fundamental para a competitividade de nossa fábrica”, diz Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America.
Marketing. Para atingir tal marco a MAN investiu fortemente em ousada estratégia de marketing ao longo de sua história. Em 1995, o fim da Autolatina fez nascer duas empresas: Ford Caminhões e a Volkswagen Caminhões e Ônibus. Naquele momento a companhia alemã ainda não possuía fábrica. Foi então que surgiu a unidade de Resende, com o conceito de consórcio modular. Mas como explica Ricardo Alouche, diretor de vendas e marketing da MAN Latin America, no começo foi preciso tornar a marca conhecida:
“Os índices de lembrança de marca eram pouco relevantes. A Volkswagen é uma marca que tem sessenta anos no País, mas as pessoas lembravam somente do Gol, Santana, Passat, Golf etc. Pouca gente sabia que a Volkswagen produzia caminhões também. Portanto, o objetivo era fazer com que fôssemos lembrados e vistos como uma das melhores produtoras de veículos pesados também”.
Eis que surgiu a ideia do conceito sob medida, que para Alouche não é só um conceito, mas sim uma “filosofia de trabalho, parte da cultura de empresa”. Segundo ele, o cliente comprava um caminhão novo, bonito, com padrão alemão. “Mas mesmo com tanto trabalho e sendo tão caro ter um processo de alta qualidade o cliente ia na primeira esquina e modificava o veículo”. A solução foi informar aos clientes que os caminhões já atendiam às necessidades de cada um:
“Nós procuramos reduzir o tempo de entrega de produtos sob medida, cada vez mais adequado à necessidade real do cliente, sem necessidade de adaptação. E começamos a passar a mensagem de que temos o produto certo, para a rota certa, para o cliente certo e com capacidade certa, promovendo as campanhas com a ideia do produto sob medida”.
Uma das razões que fez essa estratégia dar certo foi o fato de atingir até a dona de casa. Alouche cita a dona de casa como um símbolo para dizer que as campanhas abrangem não só os possíveis clientes, mas todo o público. Com isso, na visão dele, foi possível incentivar a divulgação boca-a-boca:
“A dona de casa não é compradora do caminhão, mas precisávamos chegar naquela pessoa que não estava no segmento de caminhões, que não conhecia a Volkswagen como produtora de caminhões. A partir do momento que essa dona de casa vê uma grande campanha ela comenta com outras pessoas. E assim incentivamos o boca-a-boca”.
De lá pra cá a empresa desenvolveu várias campanhas reforçando esse conceito. Uma das ações envolveu um acordo entre a Volkswagen, sua agência de publicidade AlmapBBDO e a Rede Globo de Televisão, com o fornecimento de alguns caminhões para o seriado Carga Pesada, estrelado por Antonio Fagundes e Stênio Garcia.
Mas foi em 2008 que o conceito foi premiado internacionalmente no Festival de Cannes, com a campanha publicitária fundamentada em caixas. Alouche revela que “o objetivo era mostrar que se a bebida chegou ali, se o produto chegou ao seu destino, ele chegou com um caminhão sob medida Volkswagen”. O curioso da campanha é que ela fala do caminhão, mas em nenhum momento exibe o veículo rodando, transportando mercadoria.
E essa foi uma difícil missão segundo o diretor de vendas e marketing: “No começo nossa agência não acreditou ser possível divulgar o caminhão sem mostrar o produto. Foi isso que chamou atenção e fez a gente ganhar prêmios. É um conceito que agência, concessionárias e público gostou. O cliente nos deu um retorno muito positivo”.
Alouche explica ainda que, com o sucesso das campanhas, “não há planos para encerrar o uso do conceito sob medida dentro dessa estratégia de marketing. Continuaremos a falar do sob medida para sustentar essa comunicação. Até o fim do ano lançaremos novos produtos e todo novo produto fará parte desse processo de comunicação”.
Organização única. Consórcio Modular é formado pela MAN e mais sete empresas, onde à MAN mesmo cabe o desenvolvimento dos produtos, certificação final da qualidade e a comercialização. Dentro da linha de montagem estão Maxion, fornecedora dos chassis, Meritor, eixos e suspensão, Remon, rodas e pneus, Powertrain, motor e transmissão, Continental, interior da cabine, Carese, responsável pela pintura, e Aethra, armação da cabine.
Na análise de Caio Junqueira Arantes, diretor industrial da Aethra, o Consórcio Modular garante agilidade na produção. E vai além: “É um sistema do qual participam vários sistemistas mas que, na prática, funciona como uma organização só. Não é possível nem perceber que existem várias companhias na mesma linha de montagem tal a proximidade entre os fornecedores e a MAN”.
A Aethra, aliás, anunciou em julho seus planos de expansão. Com investimento de R$ 300 milhões erguerá nova unidade produtiva em Resende em terreno às margens da Via Dutra. A previsão é que fique pronta em meados de 2013, gere cerca de 450 empregos e produza sistemas de carroçaria, como conjuntos soldados, eixos e tanques de combustível. São muitos os motivos para o crescimento na visão de Arantes:
“A Aethra é uma empresa que gosta de investir, investe em tecnologia e está sempre aberta a estar perto do cliente. Neste caso o investimento foi muito motivado pela MAN e pelo crescimento do mercado, que está com demanda positiva. Em 2006 tínhamos 311 colaboradores em dois turnos. Hoje são 616 em três turnos. Além disso, a posição geográfica influenciou a decisão, pois fica perto do Rio de Janeiro e de São Paulo e, assim, é possível ter um eixo de fornecimento muito favorável”.
Estratégia. E Resende adquiriu outra importante atribuição: fabricar os extrapesados da marca MAN. O primeiro deles a ser montado aqui será o TGX. O veículo já está em produção para testes desde o ano passado e será apresentado oficialmente na Fenatran, em outubro.
Em termos de marketing, Ricardo Alouche adianta que os produtos Volkswagen Caminhões e Ônibus e MAN receberão tratamentos distintos:
“A VWCO continuará como VWCO e MAN será MAN. Teremos duas campanhas que serão distintas. Nunca utilizaremos a ideia do conceito sob medida para um caminhão MAN e vice-versa. Já temos a estratégia para os produtos MAN formulada e aprovada e a partir do próximo ano o mercado começará a ver as propagandas dos novos caminhões”.

A MAN Latin America acaba de fechar parceria com a empresa norte-americana de biotecnologia LS9 para testar o UltraClean Diesel – tipo de biodiesel produzido a partir da fermentação de açúcares contidos na biomassa. De acordo com o presidente da montadora, Roberto Cortes, o combustível será testado primeiro em bancada, dentro da fábrica de Resende, no Rio de Janeiro, ainda no segundo semestre deste ano. A partir de 2012, serão realizados testes de campo em cinco caminhões e ônibus Volkswagen, os veículos devem circular na cidade de São Paulo durante 12 meses. Em passagem pelo Brasil no mês passado, o presidente da LS9, Ed Dineen, disse que a empresa detém tecnologia para produção de biodiesel a partir do caldo de cana a preços bastante competitivos, por isso os esforços iniciais serão focados nessa fonte. O executivo afirmou ainda que até o fim do ano deverá ser anunciada a primeira parceria envolvendo a produção da LS9.
Fonte: Agência Brasil
Pessoal!
Acabaram de ficar prontos os primeiros caminhões da marca Volkswagen.
São eles:
- Constellation 19-320
- Constellation 25-370
Em breve mais posts dos outros caminhões da marca
Abraço a todos
Equipe Amo Caminhões
O piloto Felipe Giaffone, da Volkswagen, foi o campeão da segunda etapa do Campeonato Brasileira de Fórmula Truck, realizada neste domingo, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, Com o resultado, Felipe confirmou a sua hegemonia no Agreste do estado, sagrando-se o maior vencedor da categoria na pista caruaruense: quatro vitórias (2007, 2008, 2009 e 2011).
O segundo lugar ficou com Renato Martins, seguido por Paulo Salustiano, Leandro Reis e Valmir Benavides. O pernambucano Beto Monteiro não conseguiu concluir a corrida, abandonando a prova na 13ª volta. Com o pódio, Giaffone agora lidera o Campeonato Brasileiro e Sul-americano da F-Truck 2011.
“Não tenho do que reclamar em Caruaru. Hoje, estava pensando será que eu vou ganhar de novo aqui? Acho que tenho uma relação especial com Caruaru. O casamento entre o caminhão da Volkswagen e a pista é perfeito. Tenho que agradecer ao empenho da equipe”, comentou o piloto campeão, Giaffone. Segundo ele não existe um segredo para vencer em Caruaru. “A vitória é 90% resultado de um trabalho em equipe. É fruto de um trabalho em conjunto, não apenas um detalhe”D, acrescentou o piloto que largou na pole e segurou a vantagem até o fim da prova.
A corrida foi emocionante e, mesmo acontecendo no mesmo dia de uma final do Campeonato Pernambucano de Futebol, os amantes do automobilismo compareceram em peso ao autódromo para conferir esta etapa da F-Truck. Foram mais de 40 mil espectadores.
Logo na largada, uma disputa acirrada entre Felipe Giaffone e Roberval Andrade agitou o público, porém o piloto da Ticket Car Corinthians teve problemas nos freios abandonando a prova na volta de número 3 após uma batida forte com o seu Scania. As mulheres pilotos da categoria, Cristina Rosito e Débora Rodrigues, também protagonizaram um quente começo da corrida.
Outro momento tenso, foi a batida de Luiz Lopes e Cristina Rosito. Luiz havia saído da pista e ao retornar ao traçado bateu no equipamento de Cristina. Com isso os dois caminhões foram eliminados. Beto Monteiro que teve problemas na mangueira do turbo também acabou sendo prejudicado, e preferiu deixar a prova.
A etapa de Caruaru foi a terceira prova do ano e a segunda válida pelo Campeonato Brasileiro. Do Nordeste, os gigantes seguem para Goiânia onde realizam a terceira etapa do campeonato nacional, no dia 5 de junho.
Fonte: Superesportes
Plano seria unir a montadora com a rival sueca Scania que também tem boa parte de suas ações nas mãos da Volkswagen
A Volkswagen anunciou hoje (09/05) uma aguardada oferta que avalia a fabricante de caminhões MAN em US$ 20 bilhões e acelera planos para fundir a montadora com a rival sueca Scania, na qual o grupo alemão detém participação.
A Volkswagen, maior montadora de automóveis da Europa, informou que vai oferecer aos acionistas da MAN 95 euros por ação ordinária e cerca de 60 euros por papel preferencial, sendo que ambos os valores estão abaixo do nível de cotação das ações uma semana antes da oferta.
“Essa oferta baixa seve para iniciar o processo de aquisição, mas tem uma flexibilidade máxima”, disse o analista Marc-Rene Tonn, do MM Warburg.
A oferta, que avalia a MAN em 13,76 bilhões de euros (US$ 19,79 bilhões), foi disparada quando a Volkswagen aumentou sua participação na empresa para acima de 30%, exigindo que o grupo alemão fizesse uma oferta pelo restante dos papéis, segundo as regras da Alemanha.
O preço representa um desconto de 1,6% em relação ao fechamento da ação ordinária da MAN na sexta-feira e de 14,2% ante o encerramento do papel preferencial.
O plano seria criar a maior fabricante de caminhões da Europa por meio da fusão da MAN com a Scania, empresa cujo controle acionário está nas mãos da Volkswagen.
Os caminhões da MAN já estão sendo montados na planta da Volkswagen Caminhões e Ônibus (agora MAN Latin América) em Resende (RJ) e em breve chegarão ao mercado brasileiro. Depois da aquisição da unidade brasileira em dezembro de 2008, a MAN tornou-se a terceira maior fabricante mundial de caminhões pesados do mundo.
Fonte: Revista Carga Pesada
O VW Constellation 24.250 é o caminhão mais vendido do Brasil. De acordo com a montadora, foram emplacadas 925 unidades do modelo no mês de janeiro. Em 2010, o caminhão também foi o mais vendido pela terceira vez consecutiva, com 11.034 unidades emplacadas. Além do Constellation, os modelos VW Delivery 8.150 e VW Delivery 9.150 também estão no ranking dos mais comercializados, o primeiro ocupa a terceira posição com 5.453 unidades e com 4.653 unidades emplacadas, o modelo 9.150 garantiu a sexta colocação.
Fonte: O Carreteiro
A MAN Latin America anunciou este mês recorde histórico de produção em 2010. Foram 68.002 unidades fabricadas, incluindo kits enviados para montagem em unidades no México e África do Sul. Os resultados superam em 50% os números de 2009.
A montadora manteve sua liderança nas vendas de caminhões acima de cinco toneladas pelo oitavo ano consecutivo, de acordo com dados do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), e também no segmento com mais de 3,5 toneladas.
Ano passado, 45.319 caminhões Volkswagen foram emplacados. A montadora teve 29,1% de participação no mercado brasileiro de caminhões acima de cinco toneladas, e 28,7% no segmento com mais de 3,5 toneladas. No segmento de ônibus, a Volksbus obteve a vice-liderança em licenciamentos, com 7.523 licenciamentos e 28,7% de participação.
Nas vendas brasileiras no atacado, a MAN Latin America comercializou 48.649 caminhões, superando em 31% os resultados de 2008, até então o melhor ano da história da empresa. Também foram vendidos 8.716 ônibus Volksbus. As exportações da montadora chegaram a 8.007 caminhões e ônibus.
Em 2010, o presidente da MAN Latin America, Roberto Cortes, anunciou o aumento na produção com a contratação de 700 pessoas para as empresas do Consórcio Modular em Resende (RJ). A linha de montagem dos caminhões MAN também foi inaugurada ano passado, com mais de 100 colaboradores contratados.
Fonte: Transporta Brasil