Volvo inaugura fábrica de caixas de câmbio I-Shift em Curitiba

A Volvo do Brasil inaugurou no dia 29/11, no seu complexo industrial em Curitiba, uma fábrica de caixas de câmbio eletrônica I-Shift e do motor 11 litros. A caixa I-Shift, bem como o motor 11 litros, eram importados da Europa e montados aqui, o que agora irá mudar com essa novidade.

Continue lendo

Segmento de caminhões e ônibus sofre com falta de motoristas.

Vários segmentos do país como indústria, construção civil e agricultura desaceleraram, mas um setor em especial vive dias diferentes. As empresas de transporte de cargas e passageiros têm reclamado que não temos mais mão-de-obra, ou seja, faltam motoristas.

Continue lendo

Gosto de aventura

Clique para ampliar a imagem
Carreteiros que cruzam a Cordilheira dos Andes – local perigoso, onde muitos motoristas já perderam a vida – viajam preparados para enfrentar frio intenso e a possibilidade de permanecerem parados na montanha durante dias, devido às condições climáticas, até que autoridades locais liberem a estrada

Texto Evilazio de Oliveira
Fotos Divulgação e Evilazio de Oliveir

Continue lendo

A vida na Boléia

“Ser caminhoneiro geralmente não é uma escolha, é um sonho”, é assim que Marcos José Fracoski, que ganhou um Iveco Strallis 2010 no prêmio Caminhoneiro do Ano da Caravana Siga Bem, define sua profissão.
Marcos Fracoski recebendo seu Iveco Stralis (Foto: Caravana Siga Bem / Divulgação)

Marcos Fracoski com a chave na mão recebendo seu Iveco Stralis (Foto: Caravana Siga Bem / Divulgação)

Marcos é caminhoneiro há 22 anos, mas conhece as estradas desde criança, quando viajava com o pai. “Meu pai e meus tios eram caminhoneiros. Todas as férias eu viajava na boléia do caminhão e ficava fascinado com aquela vida. Apesar de meu pai não apoiar e não querer que eu dirigisse caminhão, eu segui a estrada e o meu coração”.
Hoje, aos 40 anos, Marcos entende a preocupação do pai, mas não se arrepende de sua escolha. “É muito bom estar sempre na estrada, conhecer novos lugares, ver a paisagem passando; conhecer novas pessoas, percorrer o Brasil. Quando eu era solteiro, viajava para longe e via muito mais coisas. Hoje, prefiro ficar perto da minha família e não fico mais de uma semana fora de casa. Trabalho por eles e preciso sempre estar por perto”.
É para realizar sonhos como o do Marcos que a Iveco investe constantemente em tecnologia, para desenvolver caminhões cada vez melhores. Nosso objetivo é proporcionar as melhores experiências e colocar nossos clientes sempre à frente.
Na semana do caminhoneiro a Iveco homenageia os trabalhadores das estradas que colaboram diariamente para o crescimento do Brasil.

“Ser caminhoneiro geralmente não é uma escolha, é um sonho”, é assim que Marcos José Fracoski, que ganhou um Iveco Strallis 2010 no prêmio Caminhoneiro do Ano da Caravana Siga Bem, define sua profissão.

Marcos é caminhoneiro há 22 anos, mas conhece as estradas desde criança, quando viajava com o pai. “Meu pai e meus tios eram caminhoneiros. Todas as férias eu viajava na boléia do caminhão e ficava fascinado com aquela vida. Apesar de meu pai não apoiar e não querer que eu dirigisse caminhão, eu segui a estrada e o meu coração”.

Hoje, aos 40 anos, Marcos entende a preocupação do pai, mas não se arrepende de sua escolha. “É muito bom estar sempre na estrada, conhecer novos lugares, ver a paisagem passando; conhecer novas pessoas, percorrer o Brasil. Quando eu era solteiro, viajava para longe e via muito mais coisas. Hoje, prefiro ficar perto da minha família e não fico mais de uma semana fora de casa. Trabalho por eles e preciso sempre estar por perto”.

É para realizar sonhos como o do Marcos que a Iveco investe constantemente em tecnologia, para desenvolver caminhões cada vez melhores. Nosso objetivo é proporcionar as melhores experiências e colocar nossos clientes sempre à frente.

Na semana do caminhoneiro, a Iveco homenageia os trabalhadores das estradas que colaboram diariamente para o crescimento do Brasil.

Fonte: Blog da Iveco

Por conta da sorte

Clique para ampliar a imagem
Falta de estacionamentos e locais adequados e seguros para o carreteiro descansar, fazer refeição ou passar a noite dentro do caminhão, é um dos principais problemas enfrentados pelos carreteiros que rodam pelas estradas do Brasil.
Iniciativas como o estacionamento próximo ao terminal Fernão Dias, em São Paulo, surgem como solução para os estradeiros

Texto Daniela Giopato
Fotos Alexandre Andrade

Uma das principais queixas dos carreteiros é a falta de infraestrutura nas rodovias brasileiras. O dito popular “a casa do motorista é a estrada” vem abaixo quando os carreteiros descrevem os locais que são obrigados a parar para descanso, alimentação, esperar pela carga ou até mesmo passar a noite. Dormir e cozinhar no mesmo espaço onde ratos passeiam livremente, sem banheiro a disposição, Continue lendo

Caminhoneiros entram na justiça para garantir diárias

O acordo entre caminhoneiros e a Bunge Alimentos, fechado entre o Sindican de Londrina e a Bunge de Maringá (PR), caiu por terra na manhã de hoje, 7. Indignados pela falta de cumprimento do acordo, os motoristas entraram com um ação judicial, em Pelotas, para apreender a carga, com direito de venda, para saldar o prejuízo, conforme a lei, explica Rafael Vidoretti, representante do Sindican paranaense.

Quando os caminhoneiros chegaram ao escritório da Bunge, no posto Ongaratto, pátio onde estão parados desde segunda-feira da semana passada, 28, aguardando a chamada para descarregar, funcionários disseram que a Bunge Alimentos do Rio Grande não havia recebido nenhuma autorização de pagamento das diárias. “O acordo foi feito em Maringá (PR). A Bunge Sul é que não quer acertar. Assim, o acordo não saiu de dentro da sala”, frisa Rex.

O acordo, fechado na tarde de quarta-feira, 6, segundo Jair Rex, caminhoneiro à frente do movimento, previa o pagamento de R$ 0,60 a tonelada/hora e 12 horas de prazo para descarregamento. “A lei é clara. É R$ 1 por tonelada/hora e cinco horas de prazo. Mas concordamos para não perdermos ainda mais, pois tem gente aqui parada há 10 dias”, relata.

Os motoristas não descartaram o fechamento da BR-392 se a Bunge Alimentos não cumprir o acordo. E enquanto caminhoneiros e funcionários do escritório discutiam o cumprimento do acordo, outros impediam a saída de qualquer caminhão do pátio. Preocupados com a segurança do local, a Polícia Militar foi acionada pela Bunge.

Fonte: Jornal Agora

Mar de caminhões em Araquari

Pelo menos 700 caminhões formaram um mar de veículos parados no pátio do posto Sinuelo, ontem, em Araquari. Eles aguardam liberação para descarregar soja e farelo no Porto de São Francisco do Sul. Como o pátio estava lotado, uma fila de pelo menos quatro quilômetros se formou no acostamento da BR-280. A espera é cansativa para os motoristas, que têm de improvisar alojamentos entre os veículos.

A liberação para seguir viagem pode demorar até 4 dias. Uma das preocupações é com a higiene. São apenas cinco banheiros para mais de 700 pessoas. A fila do banho – há oito chuveiros – passa de duas horas.

“É complicado ficar assim”, diz o motorista Edilson Gasparetto, de 39 anos. Ele saiu de Mafra carregado com 37 toneladas de soja em um caminhão de sete eixos. Está desde segunda-feira parado e acredita que hoje seja possível ir até o porto. O dinheiro para comer em restaurantes está acabando. “Após cinco horas de espera, deveríamos receber R$ 1 por tonelada/hora e estão nos pagando apenas depois de 24 horas de espera. E R$ 0,40 por tonelada/hora”, diz Edilson.

Sabendo de boa parte dos problemas que os motoristas têm enfrentado, o responsável pela triagem, Silvano Kowalski, disse que o número de banheiros e chuveiros deve ser ampliado para os próximos dias. “Serão 13 banheiros e dez chuveiros a mais”, conta.

Segundo ele, a fila dos últimos dias é consequência do bloqueio parcial da BR-376 e do mau tempo nas últimas semanas. “A chuva impede que os navios atraquem e a rodovia parada forma fila rapidamente. E quando libera, é tudo de uma vez. Por isso, o pátio está lotado”, completa.

Fonte: A Notícia

Estradas brasileiras são terra de ninguém

Por três semanas, equipe do Fantástico cruzou o Brasil na boleia de um caminhão e flagrou todo tipo de crimes e irregularidades. Uma das constatações mais graves foi a venda livre de drogas.

Durante a viagem, foi constatada a venda e uso de drogas pelo caminhoneiros, vários acidentes, prostituição e muitos outros problemas graves. É a dura realidade dos nossos amigos caminhoneiros.

Fonte: Fantástico

Sofisticação no mercado de trabalho exige maior qualificação profissional

Nos últimos anos, o mercado de trabalho brasileiro cresceu e se sofisticou. Mesmo em atividades que não exigiam muito estudo, agora é preciso saber usar um computador, por exemplo.

Imagine passar cinco dias por semana na estrada. “É a vida que a gente escolheu, a gente tem que seguir ela”, afirma o caminhoneiro Antônio de Souza Silva.

Filho de caminhoneiro, Antônio conhece as dificuldades da profissão, mas gosta do trabalho e sabe que precisa estar preparado. “Porque não é só dizer que vai dirigir. Se você não sabe mexer no computador de bordo, ele não sai”, revela.

Com teclado e mostradores digitais, os caminhões estão, cada dia, mais tecnológicos. Para conhecer melhor a máquina, Antônio foi para uma escola, encaminhado pela empresa onde trabalha. “Eu não tenho qualificação em nada. Aí ela me trouxe até aqui para ficar um profissional no jeito que ela quer”, conta.

Ele viajou quatro mil quilômetros do Ceará até o Rio Grande do Sul para se qualificar. Walace veio de Pernambuco. O caminhoneiro Paulo Ricardo Testa veio do Paraná e ressalta: “no mercado, está faltando muito motorista que tenha experiência não só de estrada, mas que tenha acompanhado as novas tecnologias”.

“Tem empresa com um monte de caminhão parado por falta de mão de obra. E um caminhão, um equipamento de R$ 500, R$ 600, R$ 700 mil, parado dentro do pátio, convenhamos que é um péssimo investimento”, declara o instrutor de mecânica Marcelo Padilha.

A estimativa é que, em dez anos, o Brasil precise de mais um milhão de carreteiros, mas faltam centros de treinamento. Um deles, em Vacaria, na Serra Gaúcha, é um dos poucos no país. Foi criado por transportadoras preocupadas com a falta de motoristas. “Como praticamente 65% de todo transporte é rodoviário, é feito por modal rodoviário, nós achamos que irá acontecer um incremento muito grande nessa atividade”, aponta o coordenador do Centro Treinamento, Renato Luís Rossato.

Esse é o caminho que muitas empresas já estão seguindo no país: buscando por conta própria a formação de profissionais. Se o destino é o crescimento econômico e o aumento da produção, precisamos decidir como queremos chegar lá: se pela velha estrada já gasta, cheia de buracos, que pode levar a prejuízos, ou pela pavimentada, visivelmente melhor, mas, que exige mais tempo e investimentos.

Assim também é com a mão de obra. A melhor não fica pronta da noite para o dia e precisa de manutenção. “Nós temos que valorizar o profissional técnico e as escolas técnicas, expandir essa rede de escolas técnicas para oferecer vagas, porque hoje não conseguem suprir”, diz o professor Paulo Resende, da Fundação Dom Cabral.

O problema é tão grave que as empresas estão contratando jovens antes mesmo de terminarem o curso. “Já estou empregada, e o objetivo que eu tenho é de concluir o curso e já continuar na própria empresa”, afirma uma mulher.

“Para se ter uma ideia, a gente está começando agora as aulas. Praticamente 70% dos alunos que estão começando o primeiro dia de aula já estão empregados”, declara o gerente educação profissional do Senai de Minas Gerais, Edmar de Alcântara.

Na turma de técnicos em mecânica ferroviária, no Senai, em Belo Horizonte, os 11 alunos já foram contratados. A coordenadora de seleção de pessoas Fabrícia Gomes de Oliveira sempre recruta profissionais no local para a empresa dela. Ainda assim, ela tem que investir em treinamento. “Temos tido bons resultados, mas a gente observa que ainda há uma demanda por uma continuidade de qualificação, quando esses profissionais chegam até a empresa”, revela.

“A gente está vivenciando algumas modificações no mercado que são importantes. Quando a gente vai pensar na construção civil, o tipo de emprego que está sendo exigido é aquela pessoa que saiba trabalhar com novos materiais, um porteiro que precisa de um pouquinho de informação de informática, porque ele tem que olhar para algumas telas, entender ali a questão de segurança”, destaca o professor Márcio Salvato, do Ibmec.

Novas qualificações, mesmo em antigas profissões, é um investimento inevitável de quem quer pegar carona no crescimento econômico do país. “Por isso que a empresa está me dando essa oportunidade de pagar esse curso para mim, para pegar mais conhecimento, ter mais qualificação no mercado. Eu estou muito satisfeito”, diz o caminhoneiro Antônio de Souza Silva.

Fonte: Jornal Nacional