
O Contran publicou duas resoluções que antecipam a obrigatoriedade do uso de airbag e feios ABS em picapes e caminhões leves. Agora, os modelos precisam vir equipados de série com os itens de segurança apartir de 1º de janeiro de 2013.

O Contran publicou duas resoluções que antecipam a obrigatoriedade do uso de airbag e feios ABS em picapes e caminhões leves. Agora, os modelos precisam vir equipados de série com os itens de segurança apartir de 1º de janeiro de 2013.
O ano de 2010 ficará marcado na história da indústria de caminhões por marcar a recuperação econômica mais rápida da história, após a crise financeira internacional de outubro de 2008. Nunca antes o Brasil, outrora completamente volúvel, se comportou tão bem em um período tão nebuloso, tendo transformado a avalanche que praticamente liquidou com as principais economias do mundo em uma mera marolinha.
O mercado nacional comportou-se tão bem, que até as exportações voltaram a bater recorde de crescimento e montadoras, outrora distantes, passaram a vislumbrar no Brasil a possibilidade real de expandirem seus negócios, como nos casos de Sinotruk e NC2, já instaladas, e DAF, Renault Trucks, entre outras marcas.
Em 2010, a MAN Latin America produziu 68.002 unidades entre caminhões e ônibus, volume este 50% superior ao registrado no ano anterior. O resultado inclui os kits enviados para montagem nas unidades do México e da África do Sul.
Apenas no ano passado, a montadora emplacou 45.319 caminhões VWCO.
A Mercedes-Benz, principal concorrente da conterrânea alemã, concluiu o ano com a produção de 73.700 veículos (caminhões, ônibus e comerciais leves) na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), sendo cerca de 47.100 caminhões e 26.600 chassis de ônibus fabricados em 2010.
A Ford Caminhões, por sua vez, comemora o expressivo crescimento de 40% sobre os emplacamentos de 2009 em 2010, 27.672 caminhões. Somente no mês de dezembro, a montadora comercializou 2.899 unidades. A linha Transit registrou 2.309 unidades emplacadas no ano passado, proporcionando 6,9% de participação em seu segmento no mercado.
Outra montadora a comemorar recorde de vendas em 2010 foi a Iveco, que negociou 15.404 caminhões ao longo do ano passado, o que representa um crescimento de 57% no volume de vendas da marca em relação ao ano anterior.
Fonte: Transpoonline

Segundo a Fenabrave, foram vendidos 157.633 veículos no ano passado. O número é 28% superior ao de 2008
As concessionárias brasileiras venderam 157.633 caminhões novos no ano passado. O número é 44% maior que o de 2009 e 28% superior ao de 2008, ano até então recorde para a indústria de caminhões novos. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e foram divulgados nesta quarta-feira (5).
E os bons ventos devem continuar soprando em favor do mercado em 2011. É o que estimam os representantes de três concessionárias entrevistados pela Carga Pesada. “Acho que vamos vender tanto quanto ou até um pouco mais neste ano”, afirma Luiz Roberto Santiago. Ele é gerente de Vendas de Veículos Comerciais da Pirasa Veículos, loja Mercedes-Benz localizada em Campinas.
Segundo o gerente, os meses de janeiro e fevereiro devem ser bem movimentados porque os clientes vão se antecipar a um possível aumento de juros do Finame PSI e do Procaminhoneiro. Os juros atuais, de 8% e 4,5% ao ano, respectivamente, valem até 31 de março e não se sabe se a presidente Dilma Rousseff irá prorrogar essas taxas.
Caso não sejam mantidos os juros reduzidos, Santiago acredita que possa haver uma retração no mercado no segundo trimestre do ano. “Mas no segundo semestre haverá uma hiperatividade”, afirma. O motivo, segundo ele, serão as compras de caminhões antecipadas ao Euro V – legislação ambiental que tornará os veículos mais caros em 2012.
Já Jean Cândido, diretor da Suvesa – concessionária Scania de Porto Alegre -, estima que as vendas cresçam em torno de 10% em 2011. “Na nossa região, o mercado cresce num ritmo sustentado”. Ele afirma que, no Rio Grande do Sul, 2010 foi um ano de ampliação de frota e que 2011 será de renovação. “Vai aquecer o mercado de caminhões usados”, alega.
Cândido não acredita num aumento significativo de negócios no segundo semestre em virtude do Euro V. “A menos que haja uma divulgação muito forte disso. Nossos clientes não estão conscientes das mudanças”, argumenta.
Fernando Prochet, diretor da Baden (concessionária Volkswagen de Cambé – PR), diz que as vendas em sua loja cresceram 48% em 2010, um pouco além do número apontado pela Fenabrave. E o futuro depende das medidas tomadas pelo novo governo, principalmente quanto à definição das taxas de Finame PSI e Procaminhoneiro a partir de 1º de abril.
“Eu acho que seria um ato estanho o aumento dos juros. Ninguém compra caminhão por luxo. A frota brasileira é velha e precisa ser renovada”, declara. Prochet não acredita em aquecimento nas vendas por causa do Euro V. “O que vai determinar o nosso crescimento será o ritmo da economia e as condições para financiamento.”
A MAN Latin America anunciou este mês recorde histórico de produção em 2010. Foram 68.002 unidades fabricadas, incluindo kits enviados para montagem em unidades no México e África do Sul. Os resultados superam em 50% os números de 2009.
A montadora manteve sua liderança nas vendas de caminhões acima de cinco toneladas pelo oitavo ano consecutivo, de acordo com dados do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), e também no segmento com mais de 3,5 toneladas.
Ano passado, 45.319 caminhões Volkswagen foram emplacados. A montadora teve 29,1% de participação no mercado brasileiro de caminhões acima de cinco toneladas, e 28,7% no segmento com mais de 3,5 toneladas. No segmento de ônibus, a Volksbus obteve a vice-liderança em licenciamentos, com 7.523 licenciamentos e 28,7% de participação.
Nas vendas brasileiras no atacado, a MAN Latin America comercializou 48.649 caminhões, superando em 31% os resultados de 2008, até então o melhor ano da história da empresa. Também foram vendidos 8.716 ônibus Volksbus. As exportações da montadora chegaram a 8.007 caminhões e ônibus.
Em 2010, o presidente da MAN Latin America, Roberto Cortes, anunciou o aumento na produção com a contratação de 700 pessoas para as empresas do Consórcio Modular em Resende (RJ). A linha de montagem dos caminhões MAN também foi inaugurada ano passado, com mais de 100 colaboradores contratados.
Fonte: Transporta Brasil
Com 14 048 caminhões comercializados no ano, a Scania superou as expectativas para 2010 e já detém um crescimento de 94% nas vendas de veículos pesados, em comparação com o mesmo período de 2009. Com isso, a fabricante garante 28,4% de participação no mercado brasileiro de caminhões e lidera as vendas de veículos pesados no país.
Contudo, as vendas de ônibus também bateram recorde no último mês de novembro, segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). A Scania já comercializou 833 chassis de ônibus no ano, o que representa 19,3% de crescimento em relação ao mesmo período do ano passado. Com isso, no segmento rodoviário, a fabricante passa a obter 29,2% de participação e 15% de crescimento.
Fonte: Transporte Mundial
A Mercedes-Benz registrou a comercialização de 12.614 caminhões pesados entre janeiro e novembro de 2010, um crescimento de aproximadamente 73% em relação ao mesmo período de 2009. “Esse excelente desempenho comercial reflete o ritmo ainda aquecido da economia brasileira, especialmente em setores como agronegócios, mineração, construção civil e grandes obras de infraestrutura”, diz Gilson Mansur, diretos de vendas de Veículos Comerciais da MB do Brasil.
Somente no mês de dezembro a companhia vendeu 4.621 veículos acima de 3,5 toneladas no mercado brasileiro, alcançando 30% de participação do mercado. Até novembro deste ano, a companhia emplacou 42.650 modelos, um aumento de 40% se comparado ao mesmo período do ano passado. As vendas da recém-lançada linha Actros já chega a 570 unidades. Além dos modelos rodoviários (Actros 2646 6×4 e Actros 2546 6×2), o Actros 4844 K 8×4 para operações fora-de-estrada alcançou a comercialização de 304 unidades.
Fonte: O Carreteiro
O Banco do Brasil (BB) liberou nesta segunda-feira, 29, o primeiro lote de financiamento de caminhões, envolvendo 13 operações no valor de R$ 4,5 milhões, por meio de convênio com o Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC). Segundo a instituição financeira, o convênio tem como objetivo facilitar e formalizar propostas para a compra de caminhões e carrocerias novas no âmbito do programa Procaminhoneiro, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Para as garantias, os proponentes recorreram ao Fundo Garantidor de Investimento (FGI), ao qual o BB aderiu em agosto, com aporte de R$ 5 milhões. O convênio também prevê crédito para pagar o seguro do veículo financiado. “Esses dois dispositivos funcionam também como mitigadores de risco de crédito”, afirma em nota o diretor de crédito do BB, Walter Malieni.
O BB informa que o piloto, realizado com o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Bens nos Estados do Rio de Janeiro, do Espírito Santo e da Bahia, acolheu 400 propostas no total de R$ 40 milhões. O banco tem como meta acolher mais 100 até o fim do ano. A taxa de juros é de 4,5% ao ano com vigência até março de 2011.
De janeiro a outubro, o BB desembolsou R$ 314 milhões no programa Procaminhoneiro, dos quais 40% (R$ 128,8 milhões) para transportadores autônomos, o que mostra uma concentração da carteira em pessoas físicas. No total, foram 3.558 financiamentos pelo BB com valor médio de R$ 90 mil.
A linha Procaminhoneiro é destinada a pessoas físicas e empresas com, pelo menos, dois anos de atuação no segmento de transporte rodoviário de carga. O prazo é de até 96 meses, com carência de seis meses. O programa limita o financiamento de um veículo completo (caminhão e carroceria) por mutuário.
Segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) citados pelo BB, há no Brasil em torno de 817 mil caminhoneiros autônomos registrados e 159 mil empresas transportadoras. O transporte rodoviário responde por 61,1% da carga movimentada no País, seguido pelo ferroviário, com 20,7%, e o aquaviário, com 13,6%.
Fonte: Estadão
Maior cliente da Iveco no Brasil, o grupo Martins, de Uberlândia, recebeu ontem, simbolicamente, das mãos do presidente da Iveco Latin America, Marco Mazzu, as chaves de 55 caminhões Vertis, veículo de médio porte lançado pela empresa italiana em setembro no Brasil. O evento contou com a presença do fundador da empresa, Alair Martins, e o CEO Walter Faria.
Maior empresa do setor atacadista brasileiro, o Martins adquiriu 225 unidades do caminhão médio. Já foram entregues 175 veículos e as 50 unidades restantes serão entregues em 2011. A empresa uberlandense não revela o investimento na renovação de parte da frota, que hoje possui 950 veículos próprios e 300 terceirizados.
A compra foi fechada antes do lançamento do caminhão e absorveu a quase totalidade da produção do Iveco Vertis projetada para este ano em cerca de 300 unidades. Os outros clientes que adquiriram o novo modelo são argentinos. “Esperamos fechar o ano de 2011 com cerca de 3 mil unidades do Vertis produzidas”, afirmou Marco Mazzu.
Cerca de 80% da frota do grupo Martins é composta por veículos da Iveco. O fundador da empresa, Alair Martins, no entanto, prefere não falar sobre exclusividade de marca. “Cada ano é uma negociação”, afirmou. O modelo Vertis é fruto da primeira família projetada e desenvolvida na unidade de produção da Iveco em Sete Lagoas (MG).
O projeto contou com a ajuda de colaboradores do grupo Martins. Foram dadas sugestões, como a colocação de dois tanques de combustível, disposição da cabine e do estepe. “O Vertis casa com a nossa estratégia de regionalização”, afirmou o CEO do Martins, Walter Faria.
Fonte: Correio de Uberlândia
Caminhão, em um passado nem tão remoto assim, era sinônimo de veículos com linhas conservadoras, previsíveis e que não traziam qualquer arrojo. As cabines, por sua vez, eram ambientes desconfortáveis e com um estilo retilíneo, sem qualquer suspiro de requinte. Mas, de uns tempos para cá, o desenvolvimento de caminhões se parece cada vez mais com o de carros de passeio. Ou seja, busca traços mais modernos no visual externo e adota materiais e desenhos mais sofisticados no interior. É claro, tudo atrelado à funcionalidade que norteia o segmento. “Não havia preocupação com o design dos caminhões. Era feito por engenheiros e voltado para o lado funcional. Hoje, consumidores querem ter um produto bonito para alavancar vendas”, defende Marco Tulio, designer da Iveco.
Uma “preocupação” que está ligada diretamente com o marketing dos tempos atuais. Afinal, para muitas empresas, é importante ter a marca estampada em um veículo com linhas que remetem à modernidade. É aquela velha conversa de agregar valor à imagem da marca. “Antigamente a função era muito mais importante do que a forma. Com as grandes frotas, o caminhão virou um cartão de visita da empresa”, valoriza João Marcos Ramos, gerente de design da Ford.
Mas a racionalidade ainda fala alto no mercado de caminhões. E muito alto. Tanto que mesmo na hora de emprestar modernidade e mudanças ao visual de um veículo, a funcionalidade e os tipos de materiais utilizados são essenciais. Tudo em nome do custo operacional do frotista ou do autônomo. A busca por um farol mais anguloso ou por uma grade mais imponente sempre passa por peças não muito mais caras em caso de reposição. A carcaça do retrovisor, por exemplo, geralmente abre mão de cores. “O importante é que aparência do veículo tem de ser robusta, porque um veículo de carga tem de passar segurança”, receita Paulo Alleo, diretor de engenharia da Volkswagen Ônibus e Caminhões.
Só que novos desenhos também podem implicar em menores custos. E justamente onde o consumidor deste mercado é mais sensível: gasto de combustível. Pequenas soluções na carroceria podem melhorar a aerodinâmica. Um exemplo são os defletores no teto, muito usados principalmente em carroceria do tipo baú, já que o compartimento geralmente é mais alto que a cabine e o defletor serve para conduzir o ar. Superfícies lisas e para-choques mais proeminentes são outros subterfúgios para os designers de caminhões diminuírem o coeficiente de arrasto. Medidas que podem diminuir de 3% a 5% o consumo. “Cada detalhe fora do caminhão é estudado. Desde o desenho do retrovisor até as canaletas de água. É um trabalho exaustivo para ganhar aerodinâmica em cada cantinho”, garante Alan Hulzmann, planejador de produto da Volvo.
De qualquer forma, um caminhão, segundo os executivos e engenheiros, é pensado de dentro para fora. Ou seja, projetam-se cabines mais espaçosas e ergonomicamente corretas para depois partir para a parte externa. Mais uma vez visando o custo operacional. A lógica é simples: um caminhoneiro, com um ambiente mais prático e confortável, trabalha e produz melhor. Por esta razão, comandos mais intuitivos e ao alcance das mãos, quadro de instrumentos de fácil leitura, posição de dirigir elevada, bancos mais largos, visibilidade e habitabilidade são palavras de ordem dentro de um caminhão. “É o ambiente de trabalho do motorista. Por isso, é preciso criar um ambiente agradável, de uma maneira mais segura e ergonômica”, ressalta Pedro Soares, diretor da área técnica da Agrale.
As principais diferenças entre o desenvolvimento de caminhões e o de automóveis se refere à agilidade para mudanças. Na prática, carros são menores, mais fáceis de “mexer” e permitem alterações mais rápidas no visual. No caminhão, o estilo caixote e a racionalidade do setor naturalmente retardam mudanças mais arrojadas. “Assim como o carro, o caminhão segue tendências e influências da moda, por exemplo. Só um pouco defasado. Com os carros, o ciclo é mais curto”, compara Alan, da Volvo. “O desafio é sempre maior, pois o caminhão não tem linhas fluidas. Criamos uma imagem com os detalhes e não tanto com a forma da cabine”, pondera João Marcos, da Ford.
Ordem mundial
A lógica de segurança dos veículos de passeio também faz parte da realidade dos caminhões. Áreas de deformação na carroceria para preservar ao máximo a cabine e os ocupantes são expedientes comuns e necessários. Dentro do habitáculo, nada de materiais cortantes. Pedais e volante desarmáveis são algumas soluções. Só que os pedestres e automóveis também entraram na pauta. Tanto que prevalecem superfícies lisas na frente dos caminhões, no intuito de evitar ferimentos ainda mais graves em um eventual atropelamento. “Buscamos componentes positivos para a segurança de motoristas e pedestres. O segmento de caminhões adota conceitos de segurança cada vez mais modernos”, avisa Pedro Soares, diretor da área técnica da Agrale.
Um dos dispositivos muito utilizados são as chamadas barras anti-intrusão, que ficam abaixo da linha do para-choque do caminhão. Elas evitam que um automóvel, em uma colisão frontal, entre por baixo do caminhão, o que pode aumentar consideravelmente a gravidade do acidente. Na Volvo, o sistema é chamado de FUPS – Front Underrun Protection System. “Ele é baseado numa viga de aço ligado às longarinas do quadro. O dispositivo garante que todo o esforço da colisão seja transmitido diretamente para estas partes do chassi”, garante Alan Holzman, planejador de produto da Volvo do Brasil.
Fonte: WebMotors
No acumulado de janeiro a outubro deste ano, a Scania vendeu 12.577 caminhões pesados, 106,3% de crescimento em relação ao mesmo período do ano passado. O desempenho garantiu participação no mercado de 28,2%. No segmento de ônibus, a montadora comercializou nos dez primeiros meses do ano 757 unidades, 36% a mais a igual período de 2009. A participação neste segmento atingiu a marca de 29%.
As vendas de serviços também cresceram, em 2010, o faturamento da marca em peças de reposição aumentou 23% e o número de novos contratos de manutenção foi 73% maior se comparado ao ano passado. O mês de outubro marcou também a divulgação do balanço mundial da Scania para o terceiro trimestre do ano. Entre janeiro e setembro, a unidade brasileira correspondeu a 87% dos caminhões e 47% dos ônibus vendidos pela montadora na América Latina. Dentro do cenário global, as vendas da Scania no Brasil representaram 29% dos caminhões e 13% dos ônibus comercializados.
Fonte: Revista O Carreteiro