MAN desenvolve ônibus off-road para atender setor de mineiração

Após solicitações dos setores de mineração, celulose e construção civil, a MAN Latin America desenvolveu um modelo de ônibus fora-de-estrada, o Volksbus 15.190 EOD 4×4, tradicionalmente configurado na versão 4×2. As seis primeira unidades do modelo foram adquiridas pela Transbrasiliana, empresa do ramo de transporte de passageiros em linhas regulares e de fretamento, pelo valor de R$ 2 milhões. Os veículos já estão sendo utilizados no transporte de funcionários da empresa Vale, nas minas de ferro de Carajás, no Pará.

O ônibus off-road possui eixo dianteiro com sistema de diferencial e caixa de transferência Marmom Herrington, eixo traseiro Meritor com bloqueio entre rodas, suspensão elevada e reforçada, dimensões reduzidas no balanço dianteiro e traseiro, assim como no entre eixos.

Segundo Ricardo Alouche, diretor de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America, a expectativa é de que mais unidades sejam produzidas esse ano, já com motorização Euro 5. “O segmento de mineração demonstrou bastante interesse pela nossa história com veículos especiais. Esse mercado representa pelo menos 350 ônibus por ano e se tornou um nicho de grande interesse”, diz o executivo, reforçando a experiência da empresa em ônibus off-road, graças ao Programa Caminho da Escola. “Os ônibus escolares com configuração 4×2 são um grande sucesso. Desde o início do programa do Governo Federal, em 2007, já vendemos mais de 6.000 unidades do veículo, desenvolvido especialmente para o transporte de alunos na zona rural”.

Fonte: Brasil Caminhoneiro

Perspectivas 2012 – MAN Latin America


Setor em suspense
O presidente da MAN Latin America, Roberto Cortes, avalia como complexas as perspectivas para os segmentos de caminhões e ônibus para os próximos meses, o que inclui o ano que vem. O representante da fabricante, porém, tem claro na cabeça as diversas incógnitas que pairam sobre o mercado de veículos comerciais pesados, bem como para o setor automotivo.

Cortes aponta como uma das primeiras variáveis a preocupar o setor a indefinição do comportamento das economias externas, principalmente no que diz respeito aos Estados Unidos e à Europa. Segundo o dirigente, o cenário internacional se mantém como um exercício de imaginação. “Ainda não é possível identificar os desdobramentos da crise e qual serão os reflexos disso no Brasil.”

Depois, o presidente MAN Latin America, também em função do que poderá ocorrer lá fora, questiona a rota pela qual se conduzirá a economia doméstica: se pela via do controle ou por ações desenvolvimentistas. “Não dá para afirmar se o governo manterá uma política interna como a que estamos presenciando até agora, baseada em benefícios e em incentivos, embora seja animador pensar nos impulsos que teremos com os futuros eventos esportivos e os investimentos do PAC na infraestrutura, aliás, deficiência brasileira que merece solução urgente.”

A provável – e esperada – antecipação de compra de caminhões antes da entrada em vigor das novas leis ambientais do Proconve P7, em janeiro, e como o mercado irá reagir aos aumentos de preço dos novos produtos são duas outras apreensões manifestadas pelo presidente da MAN Latin America.

“Gostaria de saber o tamanho desta antecipação de compra. O mercado ainda não se definiu totalmente por esta decisão. Depois, tenho um problema: sou contra fazer estoque quando não se tem para quem vender. Além disso, também quero entender de que maneira o transportador aceitará repasses de 10% a 20% no preço final do caminhão.”

Ainda que o horizonte se encontre nebuloso, Cortes estima mercado em torno de 170 mil caminhões para 2011, o que resultaria em uma alta de quase 9% sobre o ano passado, e uma expansão de pelo menos dois dígitos em 2012. “Ano que vem deveremos ver um crescimento por volta de 10% no mercado, na produção e também com as exportações muito próximas disso.”

Ônibus. Cortes atribui as mesmas dúvidas que permeiam o mercado de caminhões na análise para o segmento de ônibus. Revela, no entanto, entusiasmo em relação o Caminho da Escola, programa do governo com objetivo de renovar frota de veículos escolares, o que contribuirá para encerrar 2011 com 30 mil ônibus negociados, aumento próximo de 7% na comparação com 2010. O representante da fabricante ainda aposta no mesmo índice de 10% de crescimento no ano que vem.

“Na verdade são estimativas prematuras, porque acredito que ninguém ainda dimensionou o real impacto proporcionado pela redução dos juros, pela ascensão social e até mesmo pela Copa do Mundo na economia brasileira.”

Embora ainda fazendo contas dos prováveis efeitos do que pode acontecer no mundo e consequentemente no País, o presidente da MAN Latin America dá fim nos próximos meses ao ciclo de investimento de R$ 1 bilhão alocado na fábrica de Resende, RJ, para aumento de capacidade, novos produtos, tecnologia e pesquisa. Entretanto adiantou que espera para, em breve, anunciar mais uma bolada, destinada ao acompanhamento do crescimento dos próximos cinco anos, de 2012 a 2016.

A companhia também, em recente decisão, anunciou investimento de US$ 15 milhões na ampliação de suas operações no México. A empresa produzirá por lá, em regime de SKD, os caminhões Volkswagen Constellation e maior leque de opções dos chassis Volksbus para o aquele mercado.

Boa dose de otimismo de Roberto Cortes também se deve aos novos produtos que estão para chegar com a entrada em vigor do Proconve P7, em janeiro. No seu horizonte curto está a introdução dos extrapesados com a marca MAN, modelos inéditos no mercado nacional, e a decisão da empresa em oferecer tanto a tecnologia EGR, de recirculação de gases, quanto SCR, de redução catalítica, em sua linha de veículos. “Estou realmente surpreendido com o desempenho dos motores que preparamos. E cabe dizer que o EGR, principalmente para os ônibus médios e pesados, será um diferencial de mercado, pois nenhuma outra concorrente nossa optou por oferecer essa tecnologia.”

Fonte: Autodata

Meio milhão em Resende


Por: Vinícius Romero revista Autodata

A fábrica da MAN Latin America em Resende, RJ, chegou à produção de seu veículo número 500 mil no início do mês de agosto, ainda antes de completar o décimo-quinto ano de operação. Sozinho, o revolucionário Consórcio Modular, processo produtivo criado para a unidade fluminense, respondeu por 78% de toda a produção da empresa e fez da marca Volkswagen a líder do mercado interno de caminhões nos últimos nove anos.

Em números: enquanto nos primeiros quinze anos a então Volkswagen Caminhões e Ônibus fabricou 140 mil caminhões e ônibus em São Bernardo do Campo, SP, e na antiga unidade do Ipiranga, em São Paulo, a unidade de Resende fez quase quatro vezes mais em período inferior. Resende, é verdade, montou alguns veículos antes disso, mas em linha experimental em galpão alugado no Polo Industrial de Resende.

Se a fábrica fluminense fechou 1997 com pouco mais de 8,7 mil caminhões e ônibus produzidos em um turno de trabalho, hoje suas linhas rodam em três turnos com o auxílio de cerca de 7 mil trabalhadores. Nessa toada cravou 68 mil unidades no ano passado, recorde histórico, e neste ano, até julho, já produziu 46 mil.

Esse ritmo em nada lembra os primeiros anos de Resende, quando somados os cinco primeiros, por exemplo, fabricou 75 mil, pouco mais do que alcançou só no ano passado. E a participação média da então Volkswagen Caminhões e Ônibus, que antes da inauguração de Resende era de 10% a 12% no segmento de caminhões, hoje gira em torno de 30%.

“Graças à flexibilidade e à inovação de Resende nos tornamos os maiores fabricantes e exportadores de caminhões do País. E, sem dúvida, o empenho de todos os envolvidos no negócio – nossos colaboradores, parceiros e revendedores – foi fundamental para a competitividade de nossa fábrica”, diz Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America.

Marketing. Para atingir tal marco a MAN investiu fortemente em ousada estratégia de marketing ao longo de sua história. Em 1995, o fim da Autolatina fez nascer duas empresas: Ford Caminhões e a Volkswagen Caminhões e Ônibus. Naquele momento a companhia alemã ainda não possuía fábrica. Foi então que surgiu a unidade de Resende, com o conceito de consórcio modular. Mas como explica Ricardo Alouche, diretor de vendas e marketing da MAN Latin America, no começo foi preciso tornar a marca conhecida:

“Os índices de lembrança de marca eram pouco relevantes. A Volkswagen é uma marca que tem sessenta anos no País, mas as pessoas lembravam somente do Gol, Santana, Passat, Golf etc. Pouca gente sabia que a Volkswagen produzia caminhões também. Portanto, o objetivo era fazer com que fôssemos lembrados e vistos como uma das melhores produtoras de veículos pesados também”.

Eis que surgiu a ideia do conceito sob medida, que para Alouche não é só um conceito, mas sim uma “filosofia de trabalho, parte da cultura de empresa”. Segundo ele, o cliente comprava um caminhão novo, bonito, com padrão alemão. “Mas mesmo com tanto trabalho e sendo tão caro ter um processo de alta qualidade o cliente ia na primeira esquina e modificava o veículo”. A solução foi informar aos clientes que os caminhões já atendiam às necessidades de cada um:

“Nós procuramos reduzir o tempo de entrega de produtos sob medida, cada vez mais adequado à necessidade real do cliente, sem necessidade de adaptação. E começamos a passar a mensagem de que temos o produto certo, para a rota certa, para o cliente certo e com capacidade certa, promovendo as campanhas com a ideia do produto sob medida”.

Uma das razões que fez essa estratégia dar certo foi o fato de atingir até a dona de casa. Alouche cita a dona de casa como um símbolo para dizer que as campanhas abrangem não só os possíveis clientes, mas todo o público. Com isso, na visão dele, foi possível incentivar a divulgação boca-a-boca:

“A dona de casa não é compradora do caminhão, mas precisávamos chegar naquela pessoa que não estava no segmento de caminhões, que não conhecia a Volkswagen como produtora de caminhões. A partir do momento que essa dona de casa vê uma grande campanha ela comenta com outras pessoas. E assim incentivamos o boca-a-boca”.

De lá pra cá a empresa desenvolveu várias campanhas reforçando esse conceito. Uma das ações envolveu um acordo entre a Volkswagen, sua agência de publicidade AlmapBBDO e a Rede Globo de Televisão, com o fornecimento de alguns caminhões para o seriado Carga Pesada, estrelado por Antonio Fagundes e Stênio Garcia.

Mas foi em 2008 que o conceito foi premiado internacionalmente no Festival de Cannes, com a campanha publicitária fundamentada em caixas. Alouche revela que “o objetivo era mostrar que se a bebida chegou ali, se o produto chegou ao seu destino, ele chegou com um caminhão sob medida Volkswagen”. O curioso da campanha é que ela fala do caminhão, mas em nenhum momento exibe o veículo rodando, transportando mercadoria.

E essa foi uma difícil missão segundo o diretor de vendas e marketing: “No começo nossa agência não acreditou ser possível divulgar o caminhão sem mostrar o produto. Foi isso que chamou atenção e fez a gente ganhar prêmios. É um conceito que agência, concessionárias e público gostou. O cliente nos deu um retorno muito positivo”.

Alouche explica ainda que, com o sucesso das campanhas, “não há planos para encerrar o uso do conceito sob medida dentro dessa estratégia de marketing. Continuaremos a falar do sob medida para sustentar essa comunicação. Até o fim do ano lançaremos novos produtos e todo novo produto fará parte desse processo de comunicação”.

Organização única. Consórcio Modular é formado pela MAN e mais sete empresas, onde à MAN mesmo cabe o desenvolvimento dos produtos, certificação final da qualidade e a comercialização. Dentro da linha de montagem estão Maxion, fornecedora dos chassis, Meritor, eixos e suspensão, Remon, rodas e pneus, Powertrain, motor e transmissão, Continental, interior da cabine, Carese, responsável pela pintura, e Aethra, armação da cabine.

Na análise de Caio Junqueira Arantes, diretor industrial da Aethra, o Consórcio Modular garante agilidade na produção. E vai além: “É um sistema do qual participam vários sistemistas mas que, na prática, funciona como uma organização só. Não é possível nem perceber que existem várias companhias na mesma linha de montagem tal a proximidade entre os fornecedores e a MAN”.

A Aethra, aliás, anunciou em julho seus planos de expansão. Com investimento de R$ 300 milhões erguerá nova unidade produtiva em Resende em terreno às margens da Via Dutra. A previsão é que fique pronta em meados de 2013, gere cerca de 450 empregos e produza sistemas de carroçaria, como conjuntos soldados, eixos e tanques de combustível. São muitos os motivos para o crescimento na visão de Arantes:

“A Aethra é uma empresa que gosta de investir, investe em tecnologia e está sempre aberta a estar perto do cliente. Neste caso o investimento foi muito motivado pela MAN e pelo crescimento do mercado, que está com demanda positiva. Em 2006 tínhamos 311 colaboradores em dois turnos. Hoje são 616 em três turnos. Além disso, a posição geográfica influenciou a decisão, pois fica perto do Rio de Janeiro e de São Paulo e, assim, é possível ter um eixo de fornecimento muito favorável”.

Estratégia. E Resende adquiriu outra importante atribuição: fabricar os extrapesados da marca MAN. O primeiro deles a ser montado aqui será o TGX. O veículo já está em produção para testes desde o ano passado e será apresentado oficialmente na Fenatran, em outubro.

Em termos de marketing, Ricardo Alouche adianta que os produtos Volkswagen Caminhões e Ônibus e MAN receberão tratamentos distintos:

“A VWCO continuará como VWCO e MAN será MAN. Teremos duas campanhas que serão distintas. Nunca utilizaremos a ideia do conceito sob medida para um caminhão MAN e vice-versa. Já temos a estratégia para os produtos MAN formulada e aprovada e a partir do próximo ano o mercado começará a ver as propagandas dos novos caminhões”.

Caminhões: MAN abre diferença para a vice-líder M-B.

De acordo com dados da Anfavea a MAN obteve participação de 30% nas vendas de caminhões realizadas de janeiro a agosto, ao entregar 34,4 mil unidades. Com este resultado, a empresa aumentou para 6,1 mil unidades sua vantagem sobre a vice-líder, Mercedes-Benz – no acumulado até julho a diferença fora de 5,2 mil unidades.

A Mercedes-Benz fechou os oito meses com 24,7% de participação e vendas de 28,3 mil unidades, crescimento de 7% no mesmo comparativo. A Ford, terceira do ranking, apurou aumento de 14,7%, para 20,1 mil unidades.

As vendas de MAN, Mercedes-Benz e Ford representaram 72,2% do total de caminhões vendidos no País de janeiro a agosto. Das três, a MAN foi a única a registrar crescimento maior que o do mercado: suas vendas foram 23,2% superiores às de mesmo período de 2010, enquanto o mercado cresceu 16,2% na mesma comparação.

A Volvo, na quarta posição do ranking, registrou aumento de 30%, para 12,3 mil unidades. A Iveco, quinta colocada, registrou o melhor índice de crescimento, 37,2%, enquanto a Scania, sexta, foi a única a registrar queda nas vendas, de 9,9% no período acumulado de 2011 ante o de 2010.

A Agrale, com 0,5% de participação do mercado, cresceu 28,1%, para 520 unidades, enquanto a International acumula venda de 265 unidades em oito meses.

Ônibus – Já no segmento de chassis de ônibus a Mercedes-Benz manteve a tradicional liderança de mercado. Do total das vendas realizadas de janeiro a agosto 43,8% foram ônibus da marca da estrela, que também registrou crescimento de 6% na comparação com igual período do ano passado, para 9,6 mil unidades.

A MAN Latin America encerrou os oito meses com participação de 33,2% das vendas de chassis de ônibus e registrou o segundo melhor índice de crescimento no comparativo acumulado, 46,4%, para 7,3 mil unidades. A Agrale, na terceira posição, apurou queda de 1,4%, para 2,9 mil chassis enquanto a Iveco, no quarto lugar, obteve o melhor índice de crescimento no período acumulado ao entregar 913 unidades, aumento de 198,4%.

No mesmo comparativo as vendas da Scania retraíram 10,4%, para 670 unidades, e as da Volvo evoluíram 40,3%, para 515 ônibus.

Fonte: Autodata

Primeiro ônibus MAN já roda no Brasil

A MAN Latin America já está testando chassis de ônibus da marca MAN em operações brasileiras. Um modelo articulado MAN Lion’s City G começou a rodar neste mês de agosto na Metra, empresa de transporte de passageiros de São Bernardo do Campo (SP) e deverá ser testado nos principais centros urbanos do Brasil nos próximos dois anos. O veículo é o grande destaque da montadora na Transpúblico 2011, feira do setor de transporte de passageiros que abre hoje (24/8) e vai até esta sexta-feira (26/8) no Transamérica Expo Center em São Paulo (SP).

Ônibus MAN circula em São Bernardo do Campo (SP)
Produzido na Polônia e importado para o Brasil para os testes, o MAN Lion’s City G possui motor MAN D20 com 360 cavalos de potência, 18 metros de comprimento e capacidade para até 150 passageiros. Sucesso em operações na Europa, o veículo possui piso baixo totalmente nivelado, sem escadas, tecnologia inédita entre os ônibus que rodam no Brasil.

Os testes com chassis de ônibus MAN fazem parte da estratégia da empresa para sua entrada definitiva no segmento de veículos articulados no Brasil. De acordo com Ricardo Alouche, diretor de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America, o sistema de transporte BRT – Bus Rapid Transit – ganha cada vez mais força no País, e a montadora quer estar ainda mais preparada atender a essa crescente demanda.

“Os ônibus MAN fazem parte de estudos para a nosso ingresso definitivo no segmento, sempre em parceria com encarroçadoras locais. Além disso, no próximo ano, daremos início à comercialização do Volksbus articulado VW 26.330 OTA, chassi produzido sob medida para os corredores e sistemas BRT que serão implantados no Brasil”, explica o executivo.

Crescimento constante

Também expostos na Transpúblico 2011, os Volksbus 2012 são os primeiros ônibus da marca Volkswagen a contar com motores Euro 5, desenvolvidos para atender as normas de emissões PROCONVE P7, que entram em vigor em janeiro do ano que vem. Conforme a aplicação, a tecnologia para redução de emissões é a Redução Catalítica Seletiva – SCR (com a utilização de ureia, chamada no Brasil de ARLA 32) ou a Recirculação dos Gases de Exaustão – EGR (com o uso de filtro ou catalisador).

A MAN Latin America entrou no mercado de ônibus em 1993 com o lançamento do modelo VW 16.180 CO. O chassi chegou no momento em que o mercado pedia por alternativas no segmento de ônibus e não marcou apenas o nascimento da Linha Volksbus, mas também de um atendimento diferenciado feito na garagem do frotista.

Logo em seguida, a marca ingressou no mercado de micro ônibus, com o modelo VW 8.140 CO. De lá pra cá, a linha não parou de crescer e recebeu inúmeros atributos tecnológicos como, por exemplo, a versão V-Tronic dos modelos urbanos 17.230 EOD e 17.260 EOT. Com toda essa tecnologia e a credibilidade depositada pelos clientes, os ônibus Volkswagen praticamente dobraram sua participação de mercado entre os anos de 1997 e 2010.

A empresa vem aumentando a cada ano a sua participação no mercado brasileiro de ônibus, De janeiro a julho deste ano, foram emplacados 6.336 chassis Volkswagen, o que representa uma participação de 33,4% de mercado e um aumento de 51% no volume de vendas em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2010,  a marca se manteve na vice-liderança brasileira com 7.523 chassis emplacados e uma participação de 26,5% de mercado.

Fonte: MAN

Bastidores da nova propaganda da MAN

Olá Amigos,

nossos conhecidos do site AVESSO postaram os bastidores da nova campanha da MAN… aquela que o caminhão é montado embaixo das vaquinhas!!! :)

Acessem AQUI para vizualizar!!

Release Técnico (cedido gentilmente por: Aline Machado – site Avesso)

O programa Avesso desta semana traz os bastidores da nova campanha de MAN Latina America. Com locação em uma fazenda em Itú, interior de São Paulo, o filme foi criado pela AlmapBBDO e produzido pela Vetor Zero.

Para ilustrar a assinatura da campanha, o filme de 45 segundos mostra um caminhão sendo montado do zero, a partir de uma vaca, até sair andando em um pasto. A ideia era reforçar o conceito de que os caminhões MAN são feitos sob medida para o seu negócio.

O maior desafio da campanha foi a montagem completa do caminhão sem recursos de pós-produção. Para isso, a equipe, que envolvia engenheiros, mecânicos entre outros profissionais passou por vários treinamentos até estar habilitada e conseguir o resultado final: montar um caminhão em uma diária de 8 horas.

O filme foi todo rodado em dois quadros por segundo, gerando assim, horas de material. Em entrevista ao Avesso, Nando Cohen, Diretor da Vetor Zero contou detalhes de como foi gravar a campanha, “A graça do filme era fazê-lo em play, tudo de verdade. Foi o que fizemos aqui. A nossa montagem foi apenas aceleração e a desaceleração desse material”.

Outro destaque da campanha é a trilha sonora que dá graça e dinâmica para o filme.

Todos esses processos resultaram em uma campanha no mínimo inusitada, como conta o Gerente Executivo de Marketing do MAN, Ricardo Barion, “Partimos do princípio que não gostamos de coisa normais, gostamos mesmo de fazer coisas diferentes. Foi uma loucura que deu muito certo e que vai surpreender quem ver o filme”.

 

Assista os bastidores dessa campanha “sob medida”. Acesse: http://www.avessotv.com.br/bastidores-construindo-man-caminhoes.html

 

 

Sobre o Programa Avesso

O Avesso é um programa de entretenimento com três minutos de duração, que mostra os bastidores da indústria da comunicação para o grande público, responsável pelo desenvolvimento do conceito do Brand Backstage no Brasil. Se destaca, por sua ampla interação entre os meios, com uma linguagem moderna e dinâmica.

 

Sobre a MAN Latin America

A MAN Latin America foi criada oficialmente em 16 de março de 2009, com a aquisição da Volkswagen Caminhões e Ônibus pela MAN SE (empresa mãe do Grupo MAN). No Brasil, os veículos da MAN Latin America são montados na cidade de Resende (RJ). Com uma capacidade total de produção de 72 mil veículos por ano, é a maior fabricante de caminhões, e a segunda maior de ônibus, da América do Sul.
Em 2010, foram emplacados 45.319 caminhões da marca Volkswagen, assegurando a liderança tanto no segmento acima de cinco toneladas, com 29,1% de participação, quanto no mercado com mais de 3,5 toneladas, com 28,7%. A diferença em relação à marca segunda colocada foi superior a 4.400 unidades. Em ônibus, a linha Volksbus assegurou a vice-liderança em licenciamentos, com 7.523 licenciamentos, participação de 28,7% e aumento de 23% em relação a 2009.

 

Abraço a todos

Restanho

Blog Amo Caminhões