MAN desenvolve ônibus off-road para atender setor de mineiração

Após solicitações dos setores de mineração, celulose e construção civil, a MAN Latin America desenvolveu um modelo de ônibus fora-de-estrada, o Volksbus 15.190 EOD 4×4, tradicionalmente configurado na versão 4×2. As seis primeira unidades do modelo foram adquiridas pela Transbrasiliana, empresa do ramo de transporte de passageiros em linhas regulares e de fretamento, pelo valor de R$ 2 milhões. Os veículos já estão sendo utilizados no transporte de funcionários da empresa Vale, nas minas de ferro de Carajás, no Pará.

O ônibus off-road possui eixo dianteiro com sistema de diferencial e caixa de transferência Marmom Herrington, eixo traseiro Meritor com bloqueio entre rodas, suspensão elevada e reforçada, dimensões reduzidas no balanço dianteiro e traseiro, assim como no entre eixos.

Segundo Ricardo Alouche, diretor de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America, a expectativa é de que mais unidades sejam produzidas esse ano, já com motorização Euro 5. “O segmento de mineração demonstrou bastante interesse pela nossa história com veículos especiais. Esse mercado representa pelo menos 350 ônibus por ano e se tornou um nicho de grande interesse”, diz o executivo, reforçando a experiência da empresa em ônibus off-road, graças ao Programa Caminho da Escola. “Os ônibus escolares com configuração 4×2 são um grande sucesso. Desde o início do programa do Governo Federal, em 2007, já vendemos mais de 6.000 unidades do veículo, desenvolvido especialmente para o transporte de alunos na zona rural”.

Fonte: Brasil Caminhoneiro

FUTURLINER, O SHOWBUS DA GM

 

Lá pelo meio dos anos 30, o mundo vivia fascinado pelo impacto cada vez mais rápido das evoluções tecnológicas. É preciso lembrar que tinha sido há pouco mais de 30 anos que o automóvel e o rádio tinham sido difundidos: o carro a partir de 1908 por Henry Ford com seu Modelo T e o rádio, por Preston Tucker e seu rádio acessível às multidões.

 

 

Foi nesse clima de entusiasmo que o grande inventor, diria mesmo o pai dos detalhes do automóvel, Charles “Boss” Kettering, o chefe de tecnologia da GM, teve a ideia de fazer uma exposição itinerante que mostrasse ao povo americano o admirável mundo novo que se anunciava no futuro, Televisão, som estéreo, geladeiras modernas e fornos de micro-ondas eram motivos de queixo caído para o povo americano, que de quebra podia conhecer os novos produtos sobre rodas da Grande Mãe.


Com o sucesso do circo tecnológico, a diretoria da GM decidiu aumentar a aposta e construir novos ónibus. Projetados por Harley Earl, o designer que definiu o carro moderno, eram montados em cima de chassis de caminhões militares do tipo CCKW, mas com só dois eixos, ambos tracionados. O motor ficava no lugar convencional, na frente, mas a cabina de comando era em cima, dentro de um aquário de acrílico que fritava os pobres motoristas no verão americano.

 

Em 1936 foram construídos alguns furgões dentro da grande moda desse tempo, as linhas aerodinâmicas, Junto com mais uma multidão de carros, camionetes e caminhões, levavam aos grotões longínquos o FUTURO. A tenda da exposição por si só já era uma atração, podendo sentar 1.500 pessoas de uma só vez, coisa nunca vista na época.
O motor da versão inicial de 1940 era um Detroit Diesel 4/71 de 120 cv, e a caixa era manual de cinco marchas, difícil de cambiar pela distância entre o motorista e ela mesma, lá embaixo atrás do motor e sem sincronização. O mesmo acontecia com a direção, posteriormente hidráulica a explodir as bombas pelo excessivo esforço incutido pelas rodas dianteiras duplas, cada uma com seu próprio tambor de freio.

Ainda assim freavam pouco e foi imposta uma distância regulamentar de 100 metros entre cada veículo para evitar beijos de traseira como o acontecido em 1940.

Com o inicio da II Guerra, o circo parou de funcionar e só votou em 1953 com os ônibus reformados. Agora tinham um motor 302 GMC de seis cilindros (Stovebolt, parente do Chevrolet Brasil) do mesmo CCKW. O câmbio era automático Hydramatic quatro marchas dos caminhões militares da Guerra da Coréia.

Além disso atrás dela existia uma redutora de duas marchas controlada da cabine de comando, somando oito marchas, e mais uma caixa auxiliar de três marchas acionada à mão no diferencial, completando VINTE E QUATRO MARCHAS…

Como os doze onibus construidos eram muito pesados, verdadeiros palcos ambulantes com geradores a diesel de 200 kW para sustentar as luzes do teto e internas, acionado por sistemas hidráulicos complexos tocados pelo motor pricincipal, cada um deslocava 13 toneladas. Os tanques de combustível acolhiam 170 litros cada um, perfazendo 340 litros. Imagine o consumo de gasolina…médias de um por um…
Assim, o pobre motor de 145 cv possibilita 65 km/h de final. Uma velocidade adequada, já que tinham 11 metros de comprimento, 2,40 m de largura, 6,30 m de entre-eixos e 3,30 m de altura: uma emoção passar embaixo de pontes… E tudo em estradas de mão dupla, já que as superestradas, as Interstates, estavam ainda no futuro, nos anos 50. A caravana passou por 251 cidades e acolheu mais de 13 milhões de pessoas no seus dois mais três anos de funcionamento.

Em 1956, a própria invenção que era mostrada nos Futurliners, a televisão, matou o interesse do povo em ver esses eventos e os ônibus foram doados ou vendidos. Um foi para um pastor famoso, Oral Roberts (Que nome!). outros dois foram para a Polícia Rodoviária de Michigan para servir de atração nas campanhas de segurança na estrada e os restantes foram vendidos, alguns virando motorhomes.

Um deles, perfeitamente restaurado , foi comprado por um milionário do Arizona em um leilão por QUATRO milhões de dólares há uns anos, o qual vemos aqui em um vídeo. Uma peça da história da industria automobilística americana que inicia nossa comemoração dos 100 anos da CHEVROLET, o carro em que aprendi a dirigir em 1960…
O FUTURLINER DE 1936
VIDEO AQUI
Post Indicado por Rilkeis Pimenta
Fonte: maharpress

Volvo lança novo chassi de ônibus

Fabricante sueca apresenta seu primeiro chassi de ônibus com motor dianteiro para atender o mercado nacional e Sul Americano

O segmento de ônibus está crescendo a passos largos, tanto no Brasil quanto nos demais países Sul Americanos. Diante disso, a Volvo resolveu investir um pouco mais nesse mercado, mais exclusivamente no de ônibus com motor dianteiro. “Teremos dois grandes eventos no país, a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o que está fazendo o setor de transporte coletivo renovar suas frotas, por isso, achamos que esse é o momento para trazermos ao Brasil esse modelo de chassi”, diz Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America.

A fabricante sueca está lançando a versão B270F 4×2, que segundo o executivo há muito tempo está sendo planejada para chegar ao país. O chassi está equipado com um motor de 7 litros fabricado pela MWM International em parceria com a própria Volvo. A configuração mecânica se completa com a transmissão Eaton 55T 6406B ou FSO 6406, ambas mecânicas.

O veículo atenderá o segmento na faixa de peso entre 16 t e 17 t e poderá contar com carrocerias de até 12,8 metros de comprimento. Com essas características o chassi B270F irá atuar tanto no transporte urbano como no rodoviário para curtas e médias distâncias.

A fabricante sueca espera comercializar até o final deste ano 860 unidades do novo modelo de ônibus. Além disso, ele será produzido no Brasil e exportado para outros países da América Latina. “Esperamos aumentar em 30% nossas exportações, a partir do B270F”, estima o presidente.

Fonte: Revista Transporte Mundial

Volare W Fly: nascido para voar

Os novos W Fly da Volare foram concebidos para atender à futura norma Proncove 7 e, além disso, possuem diferenciais de conforto que foram inspirados nos veículos de passeio

A Volare foi buscar inspiração nos automóveis para lançar a sua nova linha de micro-ônibus W Fly apresentada para o mercado nacional.Ela é composta por três veículos: Urbano, Executivo e a novidade Limousine – que traz um ambiente interno bastante sofisticado. O que todas as versões têm em comum é o amplo espaço interno, muito mais aparente em relação aos modelos anteriores.

A tendência é que os veículos, mesmo aqueles direcionados para o segmento urbano, sejam desenvolvidos com as mesmas características da linha de turismo que possuem mais conforto e comodidade para o usuário. O empresário de transporte urbano está percebendo que isso valoriza o seu negócio”, acredita Roberto Poloni, gerente de engenharia da Volare.

A linha W Fly possui duas opções de motorização: W9 da Agrale e DW9 da Mercedes-Benz. O W9 tem motor eletrônico Euro 3, Acteon 4.12 TCE, da marca MWM International, de 150 cv a 56,1 mkgf de torque. Já a versão DW9 equipa motor Mercedes-Benz OM 904 – LA, também de 150 cv de potência, porém, com o torque um pouco superior, 59,9 mkgf.

Ambas composições possuem freios a ar, o câmbio mecânico de 5 velocidades, direção hidráulica da marca ZF modelo Servocom 8090 e suspensão com molas parabólicas/semielípticas com amortecedores telescópicos de dupla ação.

Outra importante característica desses novos veículos é o apelo sustentável que carregam. Algumas peças que eram produzidas em fibra de vidro agora são fabricadas de plásticos, podendo ser recicláveis, além de oferecer melhor segurança passiva – a exemplo disso são os para-choques, para-lamas, laterais e capô dianteiro, que absorvem melhor a energia. O material também foi adotado no painel de instrumentos, paredes de separação e nos revestimentos internos do veículo. Além disso, o micro-ônibus está mais leve até pelo fato de os engenheiros da Volare terem introduzido liga de alumínio em algumas peças, o que colabora para o menor consumo de combustível. “São conceitos dos automóveis que trouxemos para os ônibus e que o mercado tende a valoirizar mais e mais”, completa Poloni.

Vale ressaltar que se a Euro 5 chegar, como prevê a lei em 2012, esses veículos não terão necessidade de adaptações na sua forma construtiva, pois suas dimensões já estão preparadas para receber o tanque de ureia (que será colocado dentro do espaço onde está instalada a caixa de baterias) e o motor para atender a nova emissão.

O regulamento 316 prevê, em 2014, o teste de tombamento, algo que a plataforma da Marcopolo já faz em seus testes internos. “Mas se passar a ser lei, também já estamos aptos para atender”, salienta o engenheiro.

Estar a bordo de um W Fly também é prazeroso, isso porque o desenvolvimento dos detalhes teve como ponto de partida a melhor ergonomia e a segurança para os passageiros e o motorista. Graças ao desenho externo foi possível ampliar a largura do para-brisa e dos vidros laterais sem aumentar as suas dimensões externas. E por falar em vidros laterais, eles estão maiores e curvos, em vez de planos, como eram anteriormente. O objetivo é oferecer mais comodidade aos passageiros, sobretudo aos usuários dos modelos Executivos e Limousine, que terão uma visão externa ampliada.

O veículo, na versão W9, também recebeu mudanças no assoalho, com redução da altura de 75 mm do piso em relação ao solo. O rebaixamento da longarina teve como benefício a facilidade de acesso, possibilitando reduzir degraus.

O redimensionamento do salão rendeu uma maior amplitude, como por exemplo a maior altura interna, rendendo janelas mais altas em 200 mm e maior área de circulação no corredor central.

Um item do micro-ônibus que foi desenvolvido para ampliar o espaço interno é a parede de separação da cabine do motorista e salão de passageiros. Também produzida em plástico, é mais leve e, por ter porta deslizante, tornou-se também mais prática para abertura, além de não interferir na área dos passageiros. Graças a isso, o salão ganhou mais duas poltronas.

Os modelos receberam volante escamoteável e com regulagem, dando ao motorista mais facilidade de acesso. O piso da cabine produzido em peça única sem perfis de acabamento reduziu o nível acústico, e para a fabricante rendeu em uma montagem mais rápida do veículo na linha de produção.

Dentro do conceito de praticidade, o capô é novo e conta com acionador embaixo do painel de instrumentos e, por seu ângulo ser de maior abertura, o acesso para fazer algum serviço de reparação ficou mais fácil.

Por fora, os W Fly contarão com três versões de portas: em duas folhas pivotadas, no Urbano, com vão-livre de 800 mm na traseira e de 950 mm, na dianteira; e pantográfica para as versões Executivo e Limousine, com vão-livre de 700 mm.
O porta-malas possui revestimento de plástico, substituindo a anterior em alumínio, colaborando para a redução de peso e para o isolamento termoacústico.

Fonte: Revista Transporte Mundial

Ônibus brasileiros pelo mundo

Olá Amigos,

Os fabricantes de estruturais de ônibus brasileiros estão conquistando o mercado mundial. Isso é reflexo da qualidade e modernidade de nossas carrocerias, mostrando que o Brasil também é um berço de tecnologia para o transporte de passageiros.

Veja a matéria completa AQUI

Fonte: Transpoonline

Restanho

Blog Amo Caminhões

Scania entrega ônibus movido a etanol

A Viação Metropolitana, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, recebe da Scania as primeiras unidades dos ônibus movidos a etanol

O acordo firmado no ano passado entre a Scania, a Viação Metropolitana (operadora paulista), a Prefeitura de São Paulo e outras empresas para a compra de ônibus movidos a etanol, começa a sair do papel. Hoje a cidade recebeu as primeiras 10 unidades do lote de 50 veículos previsto para serem entregues no próximo semestre. A cerimônia de entrega dos modelos contou com a presença de várias autoridades, entre elas, Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo e Sven Antonsson, presidente da Scania.

Os veículos fazem parte da Política Municipal de Mudanças Climáticas, lei municipal instituída em 2009 na capital paulista que prevê a adoção de todos os veículos de transporte público alimentados a combustíveis 100% renováveis até 2018 e 30% de redução dos gases causadores do efeito estufa até 2012. “Com certeza, em pouco tempo teremos centenas de ônibus movidos a etanol circulando por São Paulo”, afirma Kassab.

O modelo do ônibus é o mesmo vendido pela Scania na Europa -  o K 270 4×2 equipado com motor de 9 litros e 270 cv de potência. Esse propulsor é alimentado com um etanol especial, que recebe a adição de 5% de aditivo para obter melhor combustão. Além disso, a tecnologia já atende a nova legislação ambiental Proconve P7 (Euro 5), que entrará em vigor no Brasil em 2012.

As 10 primeiras unidades irão circular na zona sul da capital, nas linhas 577T/10 (Jardim Miriam-Vila Gomes), 509M/10 (Jardim Miriam – Terminal Princesa Isabel) e 6358/10 (Jardim Luso – Terminal Bandeira).

Mais detalhes:
A carroceria dos ônibus adquiridos é a Millennium II da Caio, com capacidade para 32 passageiros sentados e 53 em pé, com quatro portadas (duas do lado direito e duas do esquerdo) e mais duas rampas para acesso de pessoas com necessidades especiais.

Vejas as especificações técnicas abaixo:
Comprimento – 13.260
Largura – 2.500
Altura Interna – 2.150 – Parte alta / 2.660 – Parte baixa
Altura Externa – 3.156

Maior Ônibus do mundo

O Mega BRT fabricando pela Neobus pode transportar até 300 passageiros e equivale a três ônibus convencionais Mega BRT Mais * Fotos 1674 Maior ônibus do mundo * Enviar por Email 1674 Com design semelhante ao de um trem bala, o mais novo modelo Mega BRT lançado pela Neobus é considerado o maior ônibus do mundo. O veículo chega a medir 28 m de comprimento, 2,6 m de largura e 2,20 m de altura. Medidas suficientes para transportar até 300 passageiros. O modelo foi entregue à cidade de Curitiba, PR, e irá circular no BRT (Transporte Rápido por Ônibus, em português) da capital paranaense. A renovação e ampliação da frota curitibana fazem parte do projeto de adequação do transporte público para atender a demanda de passageiros durante a Copa do Mundo de 2014. O Ligeirão Azul, como ficou batizado, conta ainda com itens importantes de acessibilidade. Ele possui maior largura e altura interna, o que facilita o acesso aos cadeirantes, além de plataformas especiais niveladas na altura da porta. Segundo a assessoria de imprensa da encarroçadora, o ônibus custa em torno de R$ 900 000 e a Neobus está preparada para produzir até quatro unidades diárias do novo modelo.

Fonte: Revista Transporte Mundial

Curitiba inaugura o maior ônibus biarticulado do mundo

A prefeitura de Curitiba (PR) inaugura, na terça-feira, 29/03, dia do aniversário de 318 anos da cidade, o maior ônibus biarticulado do mundo, que foi batizado de Ligeirão azul.

Ele tem 28 metros de comprimento e capacidade para 250 passageiros, 80 a mais que os ônibus comuns, que possuem 170 lugares.

Conforme informações da Prefeitura, o sistema Ligeirão faz parte de um sistema de linhas diretas que transitam apenas em vias exclusivas e com um número menor de paradas do que o expresso tradicional da cidade (biarticulados vermelhos). Como não param em todos os tubos e têm prioridade nos semáforos, os ônibus Ligeirão reduzem o tempo de viagem.

O veículo também tem sinal luminoso para indicar a abertura das portas, o que beneficia especialmente pessoas com dificuldade de audição, além de plaquetas em braile indicando o nome da linha colocadas nos braços e encostos dos bancos reservados a portadores de deficiência, idosos e gestantes.

Outra novidade é que o Ligeirão azul vai operar só com biocombustível à base de soja – o que reduz em 50% a emissão de poluentes – e dispõe de sensores que lhe garantem a prioridade nos semáforos.

Melhorias

Segundo a Prefeitura, serão 24 biarticulados azuis, que vão substituir os articulados vermelhos das linhas Pinheirinho-Carlos Gomes (da Linha Verde) e Ligeirão Boqueirão.

O Ligeirão Boqueirão, que completa um ano, reduziu em 15 minutos o tempo de viagem entre o bairro e o centro. Hoje, o trajeto de 20,5 quilômetros é feito em 20 minutos. O intervalo entre os ônibus, em horário de pico, é de cinco minutos. São cinco paradas, enquanto o expresso normal faz 19 paradas.

Até o fim do ano, Curitiba terá recebido 544 novos ônibus, o que representa mais de 28% da frota operante da Rede Integrada de Transporte. Nos últimos cinco anos, a renovação já foi feita em 1.120 ônibus, afirma o governo.

Fonte: IG Último Segundo

Marcopolo Fecha 2010 Com Produção De 27.580 Unidades E Receita De R$ 2,96 Bilhões

A significativa recuperação do mercado brasileiro de ônibus e a consolidação de suas principais operações no exterior levaram a Marcopolo a atingir, em 2010, a produção de 27.580 unidades em suas fábricas no mundo, com crescimento 42,3% superior às 19.384 unidades registradas no exercício de 2009 e receita líquida de R$ 2,964 bilhões.

De acordo com José Rubens de la Rosa, diretor-geral da Marcopolo, este resultado foi alcançado porque a empresa começou a construí-lo ainda em 2008, com o início de um programa de investimentos de R$ 330 milhões, mantido durante a crise econômica mundial do final daquele ano, que se estendeu por 2009 e 2010.

“O bom desempenho de 2010 é fruto de decisões estratégicas, tomadas há algum tempo e que se mostraram assertivas, que incluem o contínuo investimento em modernização e aumento de capacidade e de produtividade e a sua não interrupção durante a crise de 2008 e 2009. Quando a demanda retomou, principalmente no mercado brasileiro, estávamos prontos, com capacidade, mão de obra especializada e treinada e elevado nível de produtividade”, explica o executivo.

Rubens de la Rosa destaca ainda que, ao longo de 2009, em vez de reduzir o quadro de colaboradores, a Marcopolo optou por negociar redução de jornada de trabalho e formação de banco de horas, mantendo a mão de obra experiente, fator também decisivo para atender com rapidez a demanda que surgiu a partir do segundo semestre daquele ano. “A crise ajudou a nos tornarmos mais competitivos e eficientes. Reduzimos o desperdício em cada uma de nossas operações, elevamos a produtividade e a velocidade de ‘fazer ônibus’, e, com isso, melhoramos nossa margem bruta (lucro operacional) em 2,3%”.

A eficiência operacional, aliada a outros aspectos importantes, entre os quais, o fornecimento de cerca de 800 ônibus para a Copa do Mundo de Futebol, na África do Sul; o crescimento do PIB brasileiro, aliado às melhores condições de financiamento, e o sucesso da Geração 7 de ônibus rodoviários, lançada em 2009 durante a crise econômica, permitiu à Marcopolo atingir lucro líquido de R$ 295,8 milhões. Este resultado é proveniente, em parte, da receita financeira das exportações e aplicações financeiras, do êxito em ações judiciais relativas a causas tributárias e do desempenho do Banco Moneo, criado em julho de 2005 com a finalidade de financiar os produtos da Marcopolo e que, em 2010, obteve lucro de R$ 25,8 milhões.

Crescimento das operações

Em 2010, a Marcopolo registrou crescimento de produção em suas operações no Brasil e no exterior. Das 27.580 unidades fabricadas no ano passado, 18.900 (68,5%) foram produzidas no País e as demais 8.680 (31,5%) no exterior. O crescimento no mercado interno foi de 38,2% em relação à produção do ano anterior – 13.672 unidades – e as operações do exterior registraram aumento de 52,0% sobre 2009 – 5.712 unidades.

No mercado brasileiro, além dos aspectos já mencionados que contribuíram para o crescimento do segmento de ônibus, destaca-se também o projeto “Caminho da Escola”, desenvolvido para fornecer transporte escolar para alunos das zonas rurais no Brasil e que seguirá sendo um importante propulsor das vendas de micro e miniônibus.

No exterior, mesmo enfrentando a excessiva valorização do real frente ao dólar – moeda utilizada nas operações internacionais – a Marcopolo procurou atender os mercados conquistados ao longo dos anos e manteve expressivo fornecimento para diversos países, com 2.426 unidades exportadas, alta de 10,7% em relação a 2009.

Em relação às operações internacionais, na Índia, onde a Marcopolo possui uma joint venture com a Tata Motors, a produção foi de 5.216 unidades (consolidação proporcional à participação de 49,0% da Marcopolo na sociedade), com crescimento de 107,2% em relação a 2009.

A operação na Argentina cresceu 53,8%, com a produção de 723 unidades. Na África do Sul, o volume total foi de 416 unidades, 35,1% superior à de 2009, com manutenção da liderança de mercado e 42,0% de participação. Já na Colômbia, a Superpolo produziu 1.472 unidades, sendo que 50,0%, ou 736 unidades, foram consideradas na produção consolidada da Marcopolo. Este volume foi 15,4% maior que o de 2009, em função da forte demanda por ônibus no país. E no México, o volume produzido pela Polomex foi de 1.255 unidades. Nesse país, a empresa enfrenta a recuperação lenta e gradual do mercado de ônibus, ainda muito abaixo dos patamares antes da crise econômica de 2008.

Fonte: Site Marcopolo

Ônibus urbano no ABC: mais passageiros, mais acessiblidade.

A Scania comercializou 15 chassis de ônibus para a Metra, empresa de transporte coletivo urbano da região do ABC paulista. Os chassis, todos do modelo K270 de 15 metros piso baixo podem transportar 25% mais passageiros em relação aos modelos convencionais de 12 ou 13 metros. Com capacidade para até 130 passageiros cada, os veículos beneficiarão cerca de 20 mil pessoas por dia.

“A grande vantagem do ônibus 15 metros é que ele traz versatilidade e benefícios em relação aos custos operacionais. A decisão pelo K 270 15 metros, consolida cada vez mais o modelo como a melhor solução para o transporte urbano nos grandes centros, quando falamos em veículos com altas capacidades de passageiros”, explica Eduardo Monteiro, responsável pelas vendas de chassis urbanos do mercado brasileiro da Scania.

Um dos diferenciais do modelo K270 é o sistema de ajoelhamento que permite, por meio do controle eletrônico da suspensão, o rebaixamento do veículo à altura da calçada, facilitando assim o embarque e desembarque de idosos e portadores de necessidades especiais.
Scania.

Fonte: Blog da Scania