Midnight Rider

O Midnight Rider é o veículo de passeio mais luxuoso do mundo.Interior

Alguns números da máquina:

- A equipe da limousine consiste de: Barman, Hostess, garçons, & assistentes.
- 40 passageiros sentado e bem acomodados.
- Suspensão feita sob encomenda, à ar, para permitir um passeio confortável.
- TV´s de alta definição e tela plana e sistemas de tv independentes em cada um de seus três ambientes, com transmissão via satélite, de filmes e música.
- Sistema de telefone com quatro linhas de telefone diferentes.
- Sistema de ar condicionado totalmente digital.
- Dois ‘pequenos’ geradores, capazes de superar todo sistema sem o menor risco de imprevistos.

Fonte: Totinho Aracaju

Caminhoneiro volta a se acorrentar no TJ

Logo no início da manhã, José Zildo da Silva voltou a se acorrentar na frente do Tribunal

Logo no início da manhã de 28/09, José Zildo da Silva voltou a se acorrentar na frente do Tribunal

O caminhoneiro José Zildo da Silva, 44 anos, voltou a se acorrentar na frente do Tribunal de Justiça do Espírito Santo. O primeiro protesto foi realizado no último dia 14, quando ele queria participar da audiência que poderia decidir se o caminhão dele seria liberado. Mas isso não aconteceu. Dia 28, por volta das 5h40, ele voltou a protestar, na Enseada do Suá, em Vitória.

“Daqui eu não saio. Vou ficar sem comer, sem beber, sem sair do lugar. Quero meu caminhão de volta”, afirma Silva. Ele é de Pernambuco e está em Vitória há 41 dias. Segundo o caminhoneiro, o veículo foi apreendido injustamente, depois que uma empresa de São Paulo – que o tinha contratado – foi processada por uma empresa de formatura. O caminhão não foi liberado porque está no nome do antigo proprietário.

Silva alega que ele tem uma procuração que confirma a mudança de dono. Mesmo assim, segundo ele, a juíza responsável pelo processo não liberou o veículo, nem depois da audiência realizada no último dia 16.

Em nota, a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça informou que “a juíza da 2ª Vara Cível de Vitória realizou uma audiência com o senhor José Zildo, quando ele, acompanhado de seu advogado, teve a oportunidade de se manifestar para a magistrada. A juíza, inclusive, registrou oficialmente o depoimento de José Zildo, que nem é parte do processo.”

A nota da assessoria explica, ainda, que o caminhão que Silva quer de volta “está em nome de um primo dele, José Carlos, que é quem responde ao processo que tramita há mais de seis anos e, somente agora, é que o senhor José Zildo se manifestou.”

A juíza, agora, aguarda uma posição do advogado dele para definir se Zildo fará ou não parte do processo. Mas o caminhoneiro afirma que a juíza nem o ouviu. “Ela decretou uma quantia a ser paga pela empresa. Sabe que eu não estou envolvido, mas mantém o caminhão retido como garantia de pagamento. Não tenho mais para quem apelar. Só saio daqui com meu caminhão ou morto”, frisou Silva.

Fonte: Gazeta Online

Motoristas que atuam no Porto de Itajaí têm curso de capacitação

Estão abertas as inscrições para os cursos de reciclagem e capacitação em Movimentação de Produtos Perigosos (MOPP) e MOPP completo para os motoristas que operam no Porto de Itajaí, com carga horária de 16 e 50 horas aulas. A primeira turma inicia no dia 5 de outubro e as matrículas estão abertas. O objetivo é atender cerca de 600 motoristas que atuam no segmento portuário em Itajaí.

Nos cursos os motoristas serão orientados em como agir no trabalho com produtos perigosos e os cuidados que devem adotar em caso de acidente com esse tipo de carga. As aulas serão ministradas na unidade de Itajaí do SEST/SENAT (Serviço Social do Transporte/Serviço Nacional de Aprendizagem no Transporte) ou no Porto de Itajaí e o curso é gratuito.

O curso vem de encontro a portaria que a Superintendência do Porto de Itajaí deverá editar nos próximos dias, exigindo que, para atuar na atividade portuária no município, os motoristas tenham essa capacitação. Além disso, a capacitação do motorista é uma exigência legal, bem como a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria D, que correspondente ao porte do veículo conduzido.

Segundo a legislação, as empresas que permitem o tráfego de motoristas sem a capacitação MOPP estão sujeitas a multa se forem flagradas pela fiscalização da Polícia Rodoviária. Nesse caso, motorista e empresa serão autuados. A carga e o caminhão são retidos até que um motorista habilitado possa conduzir o veículo com o produto perigoso. A multa para o motorista que for surpreendido transportando produtos perigosos, sem o MOPP ou com a credencial vencida é de R$ 660,00 e o condutor ainda estará sujeito à prisão com pena prevista de 1 a 4 anos de reclusão.

Como obter o MOPP

Para participar dos cursos os motoristas devem se dirigir a unidade do SEST/SENAT de Itajaí, anexo ao Posto Santa Rosa, no trevo da BR 101 com a Rodovia Jorge Lacerda, munido de cópia da CNH legível, negativa de pontuação de multas e ficha de cadastro devidamente preenchida.

Além da dessa documentação, o condutor terá que comprovar seu cadastro como prestador de serviços ao Porto por meio de carteirinha ou documento emitido pela Superintendência do Porto de Itajaí, o que possibilita a gratuidade do curso, ficando ele responsável apenas pelo pagamento da taxa de R$ 10,00, referente a emissão do certificado.

Fonte: Porto Gente

Fim de contrato deixa novas balanças de pesagem sem funcionar

Seis novas balanças de pesagem, instaladas há dois meses em rodovias estaduais e federais do Sul de Minas Gerais, estão sem funcionar devido o término do contrato com a empresa responsável pelo serviço.

O investimento do governo do estado foi de R$ 4,5 milhões. Nos últimos dois meses, foram construídas duas novas balanças em Poços de Caldas e as outras em Andradas, Areado, Pouso Alegre e Guaxupé. Quatro já estavam instaladas em Poços de Caldas, Arceburgo, Borda da Mata e São Sebastião do Paraíso.

De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), o contrato com a empresa que fazia o serviço de pesagem venceu neste mês. Sem o equipamento, é impossível saber qual caminhão carrega mais do que deveria. Situação que fica ainda mais complicada no caso dos bitrens. Atualmente, o limite é de 57 toneladas e o excesso de peso contribui para o desgaste das rodovias.

A assessoria de comunicação da secretaria estadual de Transportes e Obras Públicas informou que a licitação está em fase final e não há previsão para que as balanças voltem a operar.

Fonte: EPTV

Transportando o Brasil

Transportando o Brasil é um jogo que está sendo desenvolvido pela empresa Dynamic Games, uma produtora brasileira. O jogo não tem data prevista para o lançamento, mais acredito que poderá ser um bom simulador de direção de pesadões, totalmente nacional.

Emerson Gresoski é o responsável pelo desenvolvimento do jogo, e no início do mês, foram publicadas novas imagens do trabalho no site do projeto.

O Emerson também participa de um projeto de treinamento virtual de motoristas, utilizando um software desenvolvido por ele, em parceria com o Intituto Brasil Canadá. Já foram feitas várias reportagens em jornais da TV, mostrando as vantagens do trabalho desenvolvido pelo Emerson.

Aguns vídeos das reportagens seguem abaixo:

Esperamos anciosos pelo término do trabalho, e que seja da qualidade e perfeição que só o brasileiro sabe fazer.

Brasil pode liberar venda de carro a diesel

Combustível faz mais quilômetros por litro, mas tem excesso de enxofre, poluente que mata

Combustível faz mais quilômetros por litro, mas tem excesso de enxofre, poluente que mata

O Senado se prepara para votar um projeto para permitir a venda de carros de passeio movidos a diesel. O combustível é mais poluente que o álcool, mas, segundo a proposta do senador Gerson Camata (PMDB–ES), faz mais quilômetros por litro e emite menos gases tóxicos do que a gasolina. Isso o tornaria uma alternativa mais “ecológica”, segundo argumenta o senador. No entanto, a ideia é rejeitada por entidades ambientalistas e montadoras. Segundo elas, o óleo diesel, em muitas regiões do país, ainda possui alta concentração de enxofre. E essa substância mata.

O projeto de lei de Camata foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado em julho e, agora, passa por avaliação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Caso não haja nenhum recurso contrário, o projeto irá para a Câmara. Se os deputados aprovarem, a lei irá para sanção presidencial.

A proposta quer acabar com lei criada em 1976 que proíbe a venda desse tipo de veículo. A medida foi tomada durante a crise do petróleo, quando o Brasil tentava diminuir a importação do óleo e investia no álcool. Desde então, apenas veículos comerciais (caminhões, ônibus, caminhonetes, jipes e alguns SUVs) podem circular com o combustível.

“Atualmente, se você é rico, você pode comprar um carro importado que use diesel e aproveitar os benefícios de rodar mais quilômetros por menos litros. Mas se você é uma pessoa pobre ou de classe média, que quer comprar um carro de passeio 1.0, por exemplo, não pode”, disse Camata ao portal G1.

Primeiro a levantar bandeira contra a liberação do combustível, o Movimento Nossa São Paulo critica a baixa qualidade do diesel no país, com alta concentração de enxofre. “É preciso levar a sério a questão da saúde pública. O médico Paulo Saldiva, do Laboratório de Poluição da USP, apresentou um estudo que mostra que, das 110 mortes por causas naturais na região metropolitana, entre 12 e 14 são em consequência do diesel”, argumenta um dos idealizadores da ONG, Oded Grajew.

Hoje, a concentração média de enxofre no diesel é de 500 PPM (partes por milhão). Em Belém, Fortaleza, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, chega a 50 PPM. Mas nas cidades afastadas das capitais, chega a ter 1.800 PPM de enxofre. Se considerarmos que o óleo da Europa possui 10 PPM, o Brasil está bem longe do nível europeu.

Sem falar nos motoristas que mexem nos injetores para que o veículo tenha mais potência – e, assim, aumentam a poluição. “Temos que ter um diesel como na Europa”, reforça Grajew.

Fonte: TranspoShop

Caminhoneiros: “Limite de horas não funcionará”

Anilson Krone esteve sexta-feira (25) em Cascavel, ele estava bem de saúde e seu caminhão não tinha nenhum arranhão, caminhoneiro há 15 anos, Anilson sabe que poderia não ter sido assim. Há poucos dias ele fez um frete até Porto Velho-RO, distante mais de 2,7 mil quilômetros e a pressa para entregar a carga o obrigou a dirigir sem descanso, por mais de dois dias seguidos, “a gente perde muito tempo parado, esperando liberação, quando aparece a carga tem que tirar o atraso, tem que dirigir 24 horas por dia, parei só para abastecer e comer”, contou. Ele tem consciência do perigo que correu, “dirigir sem dormir é 100% perigoso. A canseira tira o reflexo, a capacidade de resposta, depois de uma noite de sono o ânimo para trabalhar é outro”.

A revisão a ser realizada no Código de Trânsito Brasileiro inclui diversas questões polêmicas, entre elas a fixação de um limite de horas de trabalho para o caminhoneiro, a discussão ressurge diante do pronunciamento de Márcio Fortes, ministro das Cidades, que afirmou esta semana que “O caminhoneiro autônomo, sobretudo, acha que é super-homem, quer fazer viagem o dia inteiro para lá e para cá, andar na estrada com aqueles caminhões articulados de um estado para o outro. E esquece que o corpo humano tem limites. Em determinado momento, ele pode estar fatigado, perde a sua capacidade de reação e isso leva a acidentes”. A proposta inicial é criar etapas na viagem, com no máximo quatro horas cada, com descanso de meia hora entre elas, além disso o tempo mínimo de descanso por dia seria de dez horas, sobrando portanto, 14 horas para o trabalho.
Anilson não é contra a limitação: “eu gostaria de poder descansar certinho, todas as noites”, mas teme a diminuição da remuneração que isto pode causar, “a gente trabalha tantas horas para conseguir ter um salário razoável; com o valor do frete ruim como está, se diminuir a carga horária não vai ser possível arcar nem com as despesas básicas”.
Viabilidade
A grande maioria dos caminhoneiros concorda com Anilson e questionam a viabilidade de uma lei como esta. Afirmam que a mudança é necessária, mas que as atuais condições de trabalho não permitem o ritmo que as novas regras querem exigir.
Olindo Rodrigues da Silva mora no estado de São Paulo, mas está longe de casa há 38 dias e não sabe quando poderá voltar, “estou esperando hoje, o dia todo, por uma carga que compense, enquanto estou parado também tenho os meus gastos que precisam ser compensados com muito trabalho quando o frete aparece. Se eles quiserem limitar o número de horas trabalhadas por dia vamos ter que pagar para trabalhar”. Ele tem três filhos, sempre trabalhou com transporte e sente que a profissão está desvalorizada, “se for para tirar todos os gastos e despesas com manutenção sobra muito pouco pra gente. Apesar de o país depender muito do transporte rodoviário ninguém dá valor”.
Pedro Rieger, caminhoneiro desde sempre, afirma que existem outros problemas importantes a serem resolvidos, “nós trabalhamos sem qualquer segurança, enfrentamos estradas precárias em troca de um frete com valor mínimo, acho difícil conseguir trabalhar menos horas, sem que isto afete a renda”. Ele comenta que tem o hábito de trabalhar todos os dias até as 21 horas, rodando uma média de 600 ou 700 quilômetros todos os dias.
Outro caminhoneiro, Márcio Vissoto, sentencia: “não vai funcionar. Depois de passar muitas horas parado esperando por liberação o caminhão tem que rodar e é hipocrisia falar que o uso de medicamentos para ficar acordado diminuiu, muitos usam, principalmente os mais jovens que são mais afoitos, sem ‘rebite’ não aguenta”.
Sindicato

O Sindicam (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Região Oeste e Sudoeste do Paraná) tem acompanhado as discussões, não é contrário à limitação, mas questiona os moldes nos quais a cobrança se dará, “a regulamentação de uma lei como esta precisa ser feita por alguém que entende a realidade enfrentada pelo caminhoneiro, caso contrário será inviável”, afirmou Jeová Pereira, presidente da entidade.

Eles indagam como seria a fiscalização, “no nosso ponto de vista o país ainda não está preparado para uma mudança como esta, fazer lei e não fiscalizar não adianta, acaba sendo uma enganação. Hoje a realidade é que os caminhões não têm nem onde parar, não existe área de escape nas rodovias e os postos de combustíveis não tem obrigação de oferecer parada”, lembrou.

Ele salienta que outras mudanças precisariam acompanhar a nova regra, “a cobrança poderia ser gradativa para os caminhoneiros se habituarem com tempo, o impacto econômico de uma mudança brusca como esta seria muito grande, aqueles que têm o veículo financiado não conseguiriam arcar com as dívidas”.

Números

Segundo dados divulgados pela Agência Brasil um em cada quatro veículos envolvidos em acidentes de trânsito no ano passado, em estradas federais, era caminhão. O número é considerado alto porque o percentual é sete vezes maior que a frota de veículos deste tipo. Entre os acidentes 60% foi causado pelo sono ao volante. Estes acidentes também são mais graves: o número de óbitos é sete vezes maior do que em colisões graves envolvendo dois carros.

Fonte: CGN Notícias

Explorando a América V3.0 – teste de trajeto

Olá a todos,

testei o trajeto de Maceió a Recife e resolvi colocar algumas screens do trajeto percorrido.

abraço a todos

Histórias EAA

Olá a todos,

o nosso leitor e usuário do mapa Explorando a América (EAA), Dione Rafael, me enviou umas screens de uma viagem que fez de Guayaquil a Porto Velho. As fotos mostram a dificuldade que ele teve para levar seu NH12 com uma bitrem tanque até o destino. Achei legal as screens e resolvi postar no BLOG. Por isso, meu e-mail (roberto_restanho@hotmail.com) fica aberto para quem quiser contar a sua viagem no EAA e mandar algumas screens, para criarmos um tipo de livro de histórias!!

Então, caros leitores, fiquem a vontade e sejam criativos nas screens!!!

abraço

Serra equatoriana

Serra equatoriana

Serra Equatoriana

Serra Equatoriana

Olha a curva!!!

Olha a curva!!!

Concessionárias do Paraná passam a cobrar por eixo suspenso

Transportadoras e caminhoneiros autônomos do Paraná foram surpreendidos pela cobrança dos eixos dos veículos suspensos nas rodovias pedagiadas do Estado. Desde a zero hora desta sexta-feira (25), todos os eixos passam a ser cobrados, independentemente de estarem rodando ou não.

Uma das concessionárias que operam no Estado informou que a cobrança pelo eixo suspenso já era prevista em contrato, mas por um acordo entre as empresas apenas aqueles que efetivamente rodavam eram considerados para cálculo da tarifa.

A Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR), porém, informou ao Bem Paraná que nunca houve acordo oficial para isenção da cobrança, e que a medida era uma “liberalidade” das empresas.

Outra razão apontada pela ABCR foi a adoção do Via Fácil – sistema de cobrança eletrônica da tarifa. Segundo a entidade, o sistema impede o arrecadador de deixar a cancela para contar os eixos e verificar se o caminhão está realmente vazio.

A medida, como era de se esperar, desagradou as transportadoras. Segundo Marcelo Wycki, gerente de uma transportadora de São Miguel do Iguaçu, o custo da viagem de um caminhão vazio do Oeste do Paraná ao porto de Paranaguá subiu de R$ 240 para R$ 421 – já que, sem carga, o veículo roda com três de seus sete eixos erguidos.

“Nessa época de entressafra, rodamos vazios até Paranaguá. Infelizmente o aumento no custo de frete terá que ser repassado ao produtor, e por consequência ao consumidor”, afirma Wycki. O gerente afirmou que não foi informado sobre o início da cobrança. A ABCR não divulgou a medida no site da entidade, mas disse ter informado os sindicatos ligados ao setor de transporte.

No Rio Grande do Sul, a cobrança pelos eixos erguidos gerou uma enxurrada de ações judiciais movidas por caminhoneiros e transportadoras.

Um projeto de lei (nº 81/2009), de autoria dos deputados Marcelo Rangel (PPS), Péricles de Mello (PT) e Douglas Fabrício (PPS), tramita na Assembleia Legislativa do Paraná com objetivo se isentar do pagamento de pedágio os eixos suspensos dos caminhões que trafegam nas praças pedagiadas do Paraná.

Fonte: Bem Paraná